Beatriz Zani Silva

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Beatriz Zani Silva

Centro Universitário Celso Lisboa

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30 June 2025 in Revista ft
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EJElizangela Silva de Jesus
Elizangela Silva de Jesus
AFAna Vitoria de Jesus Freire
Ana Vitoria de Jesus Freire
JCJorlene da Silva Costa
Jorlene da Silva Costa
MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
TCThamíris Guimarães Brito Colares
Thamíris Guimarães Brito Colares
CLCarlos Lopatiuk
Carlos Lopatiuk

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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RORebeca dos Santos Miranda de Oliveira
Rebeca dos Santos Miranda de Oliveira
KCKaroline Silva da Conceição
Karoline Silva da Conceição
RJRafael Do Espírito Santo Jacob
Rafael Do Espírito Santo Jacob
AAAna Angélica Bezerra de Araújo
Ana Angélica Bezerra de Araújo
BSBeatriz Zani Silva
Beatriz Zani Silva
.S.HÉlida Rosa Silva
.HÉlida Rosa Silva
Introdução: As infecções causadas por bactérias multirresistentes (BMRs) representam uma ameaça crescente à segurança do paciente em unidades de terapia intensiva (UTIs). Esses microrganismos estão associados a altos índices de morbimortalidade, maior tempo de internação e aumento dos custos hospitalares. O presente estudo teve como objetivo descrever o impacto das infecções por BMRs em UTIs. Objetivo: Descrever o impacto das infecções por bactérias multirresistentes em unidades de terapia intensiva. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura nas bases LILACS, MEDLINE (via BVS) e SciELO. Utilizaram-se os descritores do DeCS/MeSH: “infecção hospitalar”, “Unidade de Terapia Intensiva” e “controle de infecções” combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis gratuitamente na íntegra, nos idiomas português, inglês ou espanhol. Foram excluídos estudos duplicados e literatura cinzenta. Resultados e discussão: As infecções por bactérias multirresistentes em UTIs estão associadas ao aumento da mortalidade, prolongamento da internação, maiores custos hospitalares e dificuldades no tratamento devido à resistência aos antimicrobianos. Fatores como uso de dispositivos invasivos, falhas na higiene das mãos e ausência de protocolos eficazes favorecem a disseminação desses patógenos. O enfrentamento exige ações integradas, como controle rigoroso de infecção, educação continuada das equipes e políticas públicas voltadas à prevenção e uso racional de antibióticos. Conclusão: A resistência antimicrobiana dificulta o tratamento eficaz e exige o uso de terapias alternativas mais caras e complexas. Além disso, a propagação desses microrganismos é favorecida pela falha nas práticas de controle de infecção, como a higiene das mãos e o isolamento de pacientes. Estratégias preventivas mais rigorosas, como o uso racional de antibióticos e a implementação de protocolos de controle, são essenciais para reduzir os impactos dessas infecções e melhorar a segurança do paciente em ambientes críticos.

4 March 2025 in A.R International Health Beacon Journal (ISSN 2966-2168)
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ISIsabella Peixoto dos Santos
Isabella Peixoto dos Santos
VFVanessa de Jesus Correia Ferreira
Vanessa de Jesus Correia Ferreira
EBEstefany Cardoso Bezerra
Estefany Cardoso Bezerra
EREudes Alexandre de Medeiros Ramalho
Eudes Alexandre de Medeiros Ramalho
ÍAÍcaro Do Nascimento Argentino
Ícaro Do Nascimento Argentino
BBBrena Cristina Batista Barros
Brena Cristina Batista Barros
Introdução: A tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo de Koch (BK). Apesar de sua longa história, a TB continua sendo uma preocupação importante em países em desenvolvimento devido ao seu impacto significativo na morbimortalidade. Objetivo: analisar os casos de tuberculose no Brasil entre os anos de 2015 a 2022, levando em conta suas características epidemiológicas, sociais e de saúde. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico, com abordagem quantitativa. Para a realização do estudo foi realizado um levantamento de dados secundários disponíveis do DATASUS, a partir da subseção do SINAN. A análise descritiva dos dados foi realizada por meio de frequência absoluta (N) e relativa (%). Para as ocorrências brutas de casos calculou-se a taxa de incidência (TI) de TB. Resultados: Durante o período de análise, foram contabilizados um total de 559,169 casos de TB. Observou-se um aumento geral nesses números ao longo dos anos, com a exceção de uma breve queda em 2020, evidenciando a persistência desse desafio como uma questão contínua de saúde pública. Essa tendência foi consistente em todas as regiões do país, com a região Norte registrando a maior taxa de incidência, o que aponta para disparidades geográficas e socioeconômicas na distribuição da doença. A incidência mais alta foi observada entre adultos jovens, especialmente na faixa etária de 20 a 39 anos, predominantemente do sexo masculino e com predominância da cor parda. Ademais, a forma pulmonar da TB foi a mais comum, representando 84,49% de todos os casos notificados ao longo do período estudado. Conclusão: O estudo destaca a necessidade de fortalecer as medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da TB, bem como de abordar as comorbidades associadas, a fim de reduzir sua incidência e impacto na saúde pública do Brasil.

4 March 2025 in A.R International Health Beacon Journal (ISSN 2966-2168)
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EREudes Alexandre de Medeiros Ramalho
Eudes Alexandre de Medeiros Ramalho
ÍAÍcaro Do Nascimento Argentino
Ícaro Do Nascimento Argentino
ASAnderson Ferreira dos Santos
Anderson Ferreira dos Santos
LOLisandra Campos de Oliveira
Lisandra Campos de Oliveira
ADAna Caroline Victor Dantas
Ana Caroline Victor Dantas
RSRenata Santos da Silva
Renata Santos da Silva
Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda principal causa de morte em escala global e, no Brasil, figura entre os principais motivos de internações hospitalares, frequentemente resultando em algum grau de deficiência, seja parcial ou completa. Objetivo: descrever o perfil epidemiológico da mortalidade por AVC no Brasil no período de 2015 a 2022. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico de série temporal com abordagem quantitativa. Para a realização do estudo foi realizado um levantamento de dados secundários disponíveis do DATASUS, a partir da subseção do SIM. Inicialmente, foram analisados os óbitos classificados como I64 (CID-10) que ocorreram em todas as regiões do Brasil em uma série temporal de 8 anos (2015 a 2022). A análise descritiva dos dados foi realizada por meio de frequência absoluta (N) e relativa (%). Para as ocorrências brutas de óbitos calculou-se a taxa de mortalidade (TM) por AVC. Resultados: Ao longo do período de estudo, de 2015 a 2022, foram registrados um total de 229.888 óbitos por AVC no Brasil. Em 2016, foi registrado a maior TM, períodos de declínio foram observados, no ano de 2017 e 2018, sendo registrado nesse último ano, a menor TM. A Região Sudeste liderou as estatísticas durante o período analisado, emergindo como a área mais afetada com números que ultrapassaram 10.000 óbitos por ano. Este estudo constatou que uma proporção maior dos óbitos foi observada entre indivíduos com idade de 80 anos ou mais, do sexo masculino, de cor branca, analfabetos e casados. Conclusão: A análise epidemiológica do AVC no Brasil proporciona uma compreensão do seu perfil na população, revelando contrastes e permitindo uma melhor orientação das estratégias de intervenção em saúde pública.

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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FAFernanda Beatriz Alves
Fernanda Beatriz Alves
KCKaroline Silva da Conceição
Karoline Silva da Conceição
IGIsabella Nascimento Guedes
Isabella Nascimento Guedes
AAAna Angélica Bezerra de Araújo
Ana Angélica Bezerra de Araújo
BSBeatriz Zani Silva
Beatriz Zani Silva
LRLiana Nolibos Rodrigues
Liana Nolibos Rodrigues
Introdução: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A administração de trombolíticos representa uma estratégia terapêutica eficaz para reduzir sequelas neurológicas, desde que realizada dentro de uma janela terapêutica específica. No entanto, a aplicação dessa terapia ainda enfrenta diversos obstáculos na prática clínica. Objetivo: Descrever a análise das barreiras à utilização de trombolíticos em casos de acidente vascular cerebral isquêmico. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa baseada na seguinte questão norteadora: Quais são as principais barreiras à utilização de trombolíticos em casos de AVC isquêmico?” O levantamento dos artigos foi realizado nas bases de dados: LILACS, MEDLINE através da BVS-MS, e SciELO. As buscas foram realizadas com os descritores DeCS/MeSH: “AVC isquêmico”, “trombolíticos” e “acidente vascular cerebral”. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis na íntegra nos idiomas português, inglês ou espanhol. Excluíram-se duplicatas e literatura cinzenta. Resultados e discussão: A análise dos artigos revelou barreiras multifatoriais, como o desconhecimento da população sobre os sintomas do AVC, atrasos na chegada ao serviço de emergência, ausência de protocolos clínicos, falta de capacitação das equipes de saúde, indisponibilidade de exames de imagem em tempo oportuno e medo de complicações. Questões burocráticas e estruturais também foram recorrentes. Serviços com fluxos bem definidos, capacitação continuada e campanhas educativas demonstraram melhores resultados na aplicação do tratamento trombolítico. A integração entre setores hospitalares e o uso da telemedicina também se mostraram estratégias promissoras. Considerações finais: Superar essas barreiras exige ações coordenadas entre gestão, profissionais e sociedade, com foco em infraestrutura, educação em saúde e qualificação do atendimento emergencial.

1 November 2024 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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LSLucas Correa Barroso Souto
Lucas Correa Barroso Souto
PHPedro Fechine Honorato
Pedro Fechine Honorato
MLMichele Cabral Lima
Michele Cabral Lima
AKAlexandre Mello Kobbaz
Alexandre Mello Kobbaz
BSBeatriz Zani Silva
Beatriz Zani Silva
PTPedro Henrique Moura Teixeira
Pedro Henrique Moura Teixeira
Introdução: O infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) é uma condição médica grave e ameaçadora à vida, que consiste em um bloqueio súbito do aporte sanguíneo de parte do músculo cardíaco. Isso ocorre devido à formação de um coágulo sanguíneo obstruindo completamente o fluxo de uma artéria coronária, causando assim a necrose do território que posteriormente seria irrigado por tal artéria. Considerada uma das principais causas de morbimortalidade por doenças no Brasil e no mundo. O supradesnivelamento do segmento ST está diretamente ligado ao eletrocardiograma que, tradicionalmente, evidencia uma elevação desse segmento. Outros padrões eletrocardiográficos podem sugerir uma grave oclusão arterial, mas não cursarem com supra de ST. Objetivos: Explorar o infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST com enfoque nas repercussões eletrocardiográficas, mostrando outros padrões que também sugerem uma oclusão arterial aguda total grave, mas que se expressam de forma diferente. Métodos: Revisão bibliográfica não sistemática, incluindo artigos publicados em português e inglês entre 1997 e 2023, utilizando as bases de dados Google acadêmico, SciELO e PUBMED. Resultados: Após a revisão dos artigos, fica explícito que existem outras formas de apresentação eletrocardiográficas de uma oclusão arterial aguda total requerendo intervenção imediata para melhor prognóstico e que podem não ser identificadas por não se expressarem de maneira convencional. Conclusões: Existem fatores confundidores que tornam mais difíceis o diagnóstico do IAMCSST, mas diversos trabalhos demonstram a necessidade de uma intervenção precoce baseado nos achados eletrocardiográficos que são possíveis de serem visualizados através de métodos e análise detalhada.