VITOR BRITO

Dr. VITOR BRITO


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31 March 2017 in Annals of Applied Biology
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VSV. Sosa‐Zuniga
V. Sosa‐Zuniga
VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
Francisco FuentesFrancisco Fuentes
Francisco Fuentes
USU. Steinfort
U. Steinfort

1 September 2015 in Brazilian Journal of Food Technology
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VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
ÉSÉrica Caroline Da Silva
Érica Caroline Da Silva
MCMarney P. Cereda
Marney P. Cereda
A preferência cultural do brasileiro originou grupos e subclassificações da farinha de mandioca em função dos processos adotados. Diferenças de processamento das farinhas de mandioca podem afetar a digestibilidade do amido, assim seu teor calórico foi investigado. Foram selecionadas cinco amostras dos três grupos de farinha de mandioca: Seca, Bijusada e D’água. O teste de digestibilidade do amido foi realizado in vitro, incubando a suspensão de farinha com amilase (alfa-1,4-glucano-4-glucanohidrolase) em condições de temperatura e pH que simulam a digestão humana. Alíquotas foram coletadas a cada 15 minutos, durante 1 hora e o teor de glicose liberado foi expresso em calorias rapidamente disponíveis. Os resultados mostraram que o valor calórico de todas as amostras de farinha de mandioca permaneceu ao redor de 300 kcal. 100 g–1. Considerando a cinética de liberação em função do tempo e do grupo, as amostras de farinha de mandioca diferiram. As farinhas de mandioca com menor granulometria, Biju Fina e Furnas (Grupo Bijusada e Seca), apresentaram rápida liberação de açúcares aos 15 minutos, variando de 110 a 215 kcal. 100 g–1, respectivamente. A farinha de mandioca Fina (Grupo Seca) teve liberação uniforme de glicose durante a avaliação. O açúcar liberado pelas farinhas de mandioca com maior granulometria, Biju Grossa e D’água (Grupo Bijusada e D’água), apresentaram dois picos de liberação: o primeiro aos 15 minutos de incubação (liberando 84,2 e 120,48 kcal. 100 g–1, respectivamente); enquanto o segundo pico para a amostra Biju Grossa ocorreu aos 45 minutos (112 kcal. 100 g–1), para a farinha D’água foi após 60 minutos (67,88 kcal. 100 g–1). Pela avaliação microscópica foi observada a presença de grânulos de amido residuais não hidrolisados, variando de 2,42 a 17,85%. Os resultados mostraram que o valor calórico das farinhas de mandioca variou em função do processamento, que afetou a granulometria da farinha, que por sua vez influenciou a gelatinização do amido, fatores esses que determinaram a intensidade da ação das enzimas na liberação de glicose.

1 March 2015 in Brazilian Journal of Food Technology
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VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
MCMarney P. Cereda
Marney P. Cereda
Objetivou-se estabelecer um método para a determinação da expansão como critério de qualidade do polvilho azedo e sucedâneos. Três tipos de amidos de mandioca foram avaliados: Polvilho Azedo (padrão), Expandex® e Amido Nativo. As amostras foram condicionadas diretamente em moldes de silicone e metal revestido com politetrafluoretileno e forneadas sob condições controladas de temperatura 200 ºC ou 250 °C e tempo 20 ou 25 minutos. O método proposto foi avaliado pela repetitividade do volume específico (relação volume:massa) e os resultados foram comparados com os obtidos por método tradicional com manuseio dos ingredientes com água fervente e moldeamento manual em bolas, posteriormente forneadas em assadeira de alumínio untada, assadas nas mesmas condições. A seleção do melhor método levou em conta os maiores valores para volume específico (cm3 g–1) e menores variações entre as repetições. Para a fôrma de silicone, os melhores resultados foram obtidos nas condições de 200 °C e 25 min (8,89 cm3 g–1 com 1,46% de variabilidade), que proporcionou massas suficientemente resistentes ao manuseio para permitir as medidas. Para moldes de politetrafluoroetileno as melhores condições foram temperatura de 200 °C durante o tempo de 20 minutos (8,16 cm3 g–1 com 7,59% de variabilidade). A amostra de Expandex® apresentou a mesma resposta que o polvilho azedo às variáveis de temperatura de forno e tempo de assamento, porém com valores maiores. A presença residual de grânulos intactos mostrou que a gelatinização do amido não foi completa nas condições de forneamento. O método proposto apresentou facilidade na manipulação e o tempo necessário foi apenas aquele necessário para a elaboração da pasta com água e o forneamento.

1 January 2021 in Brazilian Journal of Food Technology
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VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
RSRenata Santos
Renata Santos
JNJeniffer Narcisa-Oliveira
Jeniffer Narcisa-Oliveira
IDIvo Demiate
Ivo Demiate
MCMarney P. Cereda
Marney P. Cereda
The Brazilian fermented cassava starch (polvilho azedo) is prized as a raw material for fast food preparation. Its traditional production by natural fermentation and exposure to sunlight favors contamination and impurities, in addition to depending on the climate. The literature explains the characteristic expansion of polvilho azedo as a reaction of the lactic acid produced during fermentation and sun radiation. With the aim to evaluate a commercial continuous flow process, a modular lamp (UV-C) was evaluated to substitute exposure to sunlight. The selected doses were 1,000, 5,000 and 10,000 Joules per liter (J l-1). Native cassava starch suspension in water at 6% (dry basis) was adjusted to 4% lactic acid (dry basis) and exposed to UV-C radiation: (a) without lactic acid, (b) with lactic acid reaction for 1 hour, (c) with ultraviolet radiation, in addition to the combination of (ac) and (bc). The results showed that only the combination of acidification and ultraviolet radiation (bc) allows an expansion (11 cm3 g-1) higher than the commercial polvilho azedo (8.24 cm3 g-1) adopted as standard. It was concluded that is possible to achieve a substitute for fermented cassava starch by acidification of native cassava starch with lactic acid in a continuous flow system starting with a dose around 5,000 J l-1 of UV-C radiation.

30 May 2019 in Annals of Applied Biology
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VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
VGVitor Godoy‐Casagrande
Vitor Godoy‐Casagrande
JNJeniffer Narcisa‐Oliveira
Jeniffer Narcisa‐Oliveira
ITIsmael Tomielis
Ismael Tomielis
MCMarney Cereda
Marney Cereda
RCReginaldo Brito Da Costa
Reginaldo Brito Da Costa

24 April 2023 in Analytica
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IMIsaac Yves Lopes Macêdo
Isaac Yves Lopes Macêdo
NDNathalie Dupuy
Nathalie Dupuy
VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
EGEric Gil
Eric Gil
GSGiovanna Silva
Giovanna Silva
MCMarney P. Cereda
Marney P. Cereda
Different starch properties may cause alterations in the foodstuff’s external appearance. However, modification processes in starches are usually secretive. The use of chemically modified starches is regulated by international standards, which makes it important to identify its presence and type. Mid-infrared spectroscopy (MIR)-modified starches’ identification can be hindered by the presence of excess glucose. This research investigates types of modification in commercial starches and in approaches that circumvent MIR’s limitations with exploratory analysis. It also considers that enzymatic hydrolysis (α-amylase and amyloglucosidase) can highlight the points of modification in the structure, which can be detected with infrared assays. To determine if sour cassava starch (FCS) is modified and check its type, six samples were selected: a native one, three of the most common cassava modified starches (etherified, esterified, and FCS), and two laboratory processed samples (Acid, Oxidized). The results showed that the sour cassava starch showed similarities with a commercial ester and an oxidized cassava starch, which may be due to the formation of a graft, corresponding to what the literature has already reported for corn starch treated with lactic acid and gamma radiation.