Érica Caroline Da Silva

Mrs. Érica Caroline Da Silva


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12Years (2015-Present)

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1 November 2020 in Food Research International
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BSBruna Larissa Spontoni do Espirito Santo
Bruna Larissa Spontoni do Espirito Santo
ÉSÉrica Caroline Da Silva
Érica Caroline Da Silva
CCCamila Candido
Camila Candido
ASAnderson Fernandes da Silva
Anderson Fernandes da Silva
VNValter Aragão do Nascimento
Valter Aragão do Nascimento
PHPRISCILA HIANE
PRISCILA HIANE

1 September 2015 in Brazilian Journal of Food Technology
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VBVITOR BRITO
VITOR BRITO
ÉSÉrica Caroline Da Silva
Érica Caroline Da Silva
MCMarney P. Cereda
Marney P. Cereda
A preferência cultural do brasileiro originou grupos e subclassificações da farinha de mandioca em função dos processos adotados. Diferenças de processamento das farinhas de mandioca podem afetar a digestibilidade do amido, assim seu teor calórico foi investigado. Foram selecionadas cinco amostras dos três grupos de farinha de mandioca: Seca, Bijusada e D’água. O teste de digestibilidade do amido foi realizado in vitro, incubando a suspensão de farinha com amilase (alfa-1,4-glucano-4-glucanohidrolase) em condições de temperatura e pH que simulam a digestão humana. Alíquotas foram coletadas a cada 15 minutos, durante 1 hora e o teor de glicose liberado foi expresso em calorias rapidamente disponíveis. Os resultados mostraram que o valor calórico de todas as amostras de farinha de mandioca permaneceu ao redor de 300 kcal. 100 g–1. Considerando a cinética de liberação em função do tempo e do grupo, as amostras de farinha de mandioca diferiram. As farinhas de mandioca com menor granulometria, Biju Fina e Furnas (Grupo Bijusada e Seca), apresentaram rápida liberação de açúcares aos 15 minutos, variando de 110 a 215 kcal. 100 g–1, respectivamente. A farinha de mandioca Fina (Grupo Seca) teve liberação uniforme de glicose durante a avaliação. O açúcar liberado pelas farinhas de mandioca com maior granulometria, Biju Grossa e D’água (Grupo Bijusada e D’água), apresentaram dois picos de liberação: o primeiro aos 15 minutos de incubação (liberando 84,2 e 120,48 kcal. 100 g–1, respectivamente); enquanto o segundo pico para a amostra Biju Grossa ocorreu aos 45 minutos (112 kcal. 100 g–1), para a farinha D’água foi após 60 minutos (67,88 kcal. 100 g–1). Pela avaliação microscópica foi observada a presença de grânulos de amido residuais não hidrolisados, variando de 2,42 a 17,85%. Os resultados mostraram que o valor calórico das farinhas de mandioca variou em função do processamento, que afetou a granulometria da farinha, que por sua vez influenciou a gelatinização do amido, fatores esses que determinaram a intensidade da ação das enzimas na liberação de glicose.

21 May 2019 in Semina: Ciências Agrárias
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AOAna Flávia de Oliveira
Ana Flávia de Oliveira
Jaqueline Machado SoaresJaqueline Machado Soares
Jaqueline Machado Soares
ÉSÉrica Caroline Da Silva
Érica Caroline Da Silva
PFPaulo Sergio Loubet Filho
Paulo Sergio Loubet Filho
CCCamila Candido
Camila Candido
DNDaiana Novello
Daiana Novello
The aim of the study was to evaluate the chemical, physical and nutritional composition and sensory acceptability of different sweet potato cultivars to classify the best genotypes for human consumption. We evaluated ten genotypes extracted from the Germplasm bank of Midwest State University, Brazil. The cultivars were evaluated regarding their sensory acceptability and chemical (reducing sugar; nonreducing sugar; total sugar; pH; total soluble solids; titratable acidity; total soluble solids/titratable acidity ratio; and instrumental colour) and nutritional composition (moisture; ash; protein; lipid; carbohydrate; energy value; total carotenoid; and ascorbic acid). Greater scores (p < 0.05) for overall acceptance were obtained for the white pulp genotypes Amorano, Júlia, UGA 45, and UGA 49. There was a statistical difference (p < 0.05) in the chemical and nutritional composition of sweet potatoes, except for the pH values. Generally, tuber have a light colour (values of L* greater than 50) with a yellow shade (b*) and green subshade (negative a* values). The exception was noticed in the UGA 34 genotype, which presented a higher red shade (positive a* value) and a yellow subshade. The cultivars more indicated for human consumption were the UGA 34 (favorable nutritional profile), UGA 45 (better acceptability and favorable chemical and nutritional composition), and Amorano (better acceptability and favorable chemical composition). On the other hand, the UGA 29 genotype may be characterized as the less appropriated for consumption. That, due to its less acceptance from the consumers and an inferior chemical and nutritional characterization. We conclude that the Brazilian sweet potato cultivars more indicated for human consumption are the UGA 34, UGA 45 and Amorano, considering that present more favorable chemical, nutritional and sensory acceptability characteristics. The UGA 29 genotype may be characterized as less recommended for consumption.