Maria Matos

Maria Matos

Environment and Renewable Energies, SENAI Innovation Institute - renewable energy, Natal, Rio Grande do Norte, Brazil
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14Years (2013-Present)

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15 September 2022 in Ocean & Coastal Management
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NZNadia Selene Zamboni
Nadia Selene Zamboni
MPMattheus da Cunha Prudêncio
Mattheus da Cunha Prudêncio
VAVenerando Eustáquio Amaro
Venerando Eustáquio Amaro
MMMaria Matos
Maria Matos
GVGregory M. Verutes
Gregory M. Verutes
ACAdriana Rosa Carvalho
Adriana Rosa Carvalho

20 November 2023 in Energies
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JRJean Souza dos Reis
Jean Souza dos Reis
NBNícolas de Assis Bose
Nícolas de Assis Bose
AAAna Cleide Bezerra Amorim
Ana Cleide Bezerra Amorim
VAVanessa Almeida
Vanessa Almeida
LBLuciano Andre Cruz Bezerra
Luciano Andre Cruz Bezerra
AMAntonio Marcos de Medeiros
Antonio Marcos de Medeiros
This article examines the potential for wind and solar energy generation in the state of Amapá, Brazil, using ERA5 data from between 1991 and 2020. Key metrics considered include wind power density, capacity factor, photovoltaic potential, and concentrated solar power output. Analyses revealed pronounced wind speeds offshore during summer and in continental regions during spring. Solar irradiance was notably higher in the spring. Differences in wind potential were observed between northern and southern offshore areas. Concentrated solar power efficiency and photovoltaic potential were influenced by location and cloud cover, respectively. Overall, summer presents the best offshore wind energy potential, while spring is optimal for onshore solar energy in Amapá. This study underscores the importance of understanding local climatic patterns when planning energy installations in the region.

30 May 2017 in Revista Brasileira de Geomorfologia
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MMMaria Matos
Maria Matos
ASAda Cristina Scudelari
Ada Cristina Scudelari
VAVenerando Eustáquio AMARO
Venerando Eustáquio AMARO
CFConceição Juana Espinosa Morais Fortes
Conceição Juana Espinosa Morais Fortes
Este artigo apresenta os resultados da aplicação do modelo numérico Simulating WAves Nearshore (SWAN) com análises comparativas das medidas obtidas a partir dos resultados de modelagem e de medições durante as campanhas de campo em 2010 e 2012 no Litoral Setentrional do Rio Grande do Norte (NE do Brasil). O objetivo principal do presente estudo foi aplicar e validar o modelo numérico SWAN na determinação do clima de ondas, avaliar seus pontos fortes e limitações para a região de interesse. Os dados de campo realizados em dois pontos próximo da costa em profundidades de 3 m (PT_1) e 6 m (PT_2) por meio do uso de dois adcp: AWAC e AQUADOPP. Os dados adquiridos com estes equipamentos foram processados e permitiram a realização de análises espectrais de altura significativa, HS (m), período médio, Tmed (s), e direção média, DIR (º). Para a implementação do modelo SWAN foram empregados para as condições de contorno os dados de agitação a partir do modelo de 3ª geração de escala oceânica Wavewatch III. Para o refinamento e aplicabilidade do modelo, foram introduzidos dados de ventos e maré locais, corrigidos com base no Manual de Engenharia Costeira (CEM), permitindo assim, melhor ajuste dos resultados da modelagem. O domínio de cálculo foi referenciado para as dimensões da carta náutica 720, com três malhas regulares de diferentes dimensões e resolução: externa, intermediária e interna, sendo esta última, utilizada para fornecer os parâmetros de propagação da onda ao longo da costa. As configurações usadas para o SWAN foram as padrões em modo estacionário, com as formulações KOMEN, a dissipação devido à rebentação induzida pelo fundo com atrito de fundo usando a formulação JONSWAP com coeficiente de atrito С = 0.015m2s-3 em condições wind sea, e a formulação whitecapping ou excesso de declividade, as interações entre tríades de ondas e interações onda-onda quádrupla. As estatísticas descritivas foram analisadas para todos os conjuntos de dados, erro percentual absoluto, o erro médio quadrático, o índice de concordância e a dispersão dos dados dos valores medidos e dos valores numéricos como forma de precisão e avaliação. Concluímos que o modelo SWAN conseguiu reproduzir e determinar o clima de ondas para o litoral setentrional do RN, os resultados mostram tendência semelhante com as medidas in situ das variações temporais de altura significativa (HS, m), entretanto, os resultados paramétricos das estatísticas se mostraram baixos para as estimativas dos períodos médios das ondas (Tmed, s) na maioria dos períodos analisados em comparação os dados do PT_1 e PT_2 (pontos de medição), e alternância das alturas significativas de ondas, em alguns momentos superestimando com a sobreposição ocasional de episódios de picos.

29 December 2020 in Revista Brasileira de Geomorfologia
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VAVenerando Eustáquio AMARO
Venerando Eustáquio AMARO
RCRicardo Carlos Carvalho
Ricardo Carlos Carvalho
MMMaria Matos
Maria Matos
MIMaria Del Pilar Durante Ingunza
Maria Del Pilar Durante Ingunza
ASAda Cristina Scudelari
Ada Cristina Scudelari
No litoral oriental do Estado do Rio Grande do Norte, localiza-se a área de estudo nos limites do Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno, que possui características naturais preservadas e onde foram avaliadas as unidades e classes temáticas do meio físico, com vistas à elaboração do mapa de suscetibilidade do solo à erosão, entre as quais: geologia, geomorfologia, pedologia, cobertura vegetacional, declividade, uso e cobertura do solo. A avaliação do grau de suscetibilidade do solo à erosão foi obtida por meio de técnicas de processamento digital de imagens multiespectrais e pancromática do LANDSAT 8-OLI, que formaram a base para a elaboração dos mapas temáticos, georreferenciados e integrados em Sistema de Informações Geográficas. Tal integração permitiu a análise qualitativa das unidades e classes temáticas por modelo multicritério em álgebra de mapas, ponderada pela atribuição de notas e pesos específicos, conforme o grau de relevância desses fatores nos processos erosivos em zona costeira com baixa intervenção antrópica. Os resultados da avaliação do potencial erosivo das unidades e classes temáticas, confirmados em visitas a campo, atribuíram para 64% da área total as classes de suscetibilidade baixa e média, para terrenos com declividades de 0° a 10°, sob o domínio vegetacional arbustivo e herbáceo. A classe de suscetibilidade erosiva muito alta representou 9% da área total conferida aos campos dunares, conectados à faixa de praia, e às falésias ativas. O mapa de suscetibilidade do solo à erosão, baseado em informações do meio físico, são fundamentais na elaboração de práticas sustentáveis de gestão de uso do solo em zonas costeiras compostas por falésias ativas e sistema dunas-praias, auxiliando na preservação de ecossistemas e no planejamento de infraestruturas costeiras mais eficazes na proteção contra a perda de solo.

8 October 2013 in Revista de Gestão Costeira Integrada
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MMMaria Matos
Maria Matos
CFConceição Juana Espinosa Morais Fortes
Conceição Juana Espinosa Morais Fortes
VAVenerando Eustáquio AMARO
Venerando Eustáquio AMARO
ASAda Cristina Scudelari
Ada Cristina Scudelari
Revista da Gest?o Costeira Integrada

1 January 2020 in Revista Brasileira de Geomorfologia
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MMMaria Matos
Maria Matos
DGDaniel de Freitas Gurgel
Daniel de Freitas Gurgel
ASAda Cristina Scudelari
Ada Cristina Scudelari
VAVenerando Eustáquio AMARO
Venerando Eustáquio AMARO
No Estado do Rio Grande Norte, os eventos de erosão costeira ao longo da linha de costa vêm se intensificando no decorrer das últimas décadas. Os principais trechos afetados pela erosão costeira têm esse fenômeno atribuído, sobretudo, ao reduzido aporte fluvial de sedimentos, decorrentes das pequenas dimensões das bacias fluviais regionais, com frequentes barragens artificiais, e do desenvolvimento dos campos dunares decorrentes da perda de sedimentos das praias para o continente. Entretanto, o conhecimento do clima de ondas e da taxa de transporte de sedimentos ocorrentes na faixa litorânea são fatores fundamentais nos estudos sobre a erosão costeira. Este trabalho abordou como área de interesse a faixa litorânea da Barreira do Inferno e praias adjacentes, localizada em setor ao sul da capital, Natal/RN. Os objetivos principais incidiram em (i) avaliar métodos interpoladores para estimar a influência da batimetria na definição do transporte longitudinal de sedimentos (TLS); (ii) por meio do pacote computacional SMC-Brasil, modelar os processos físicos de geração, propagação e modificação do clima de ondas, com o intuito de distinguir a hidrodinâmica na área de estudo; (iii) estimar o TLS a partir da formulação de Bayram et al. (2007). Os resultados mostraram que o clima de ondas na faixa litorânea da Barreira do Inferno possui maior tendência de ondas provenientes de E e ESE. O potencial de TLS anual é da ordem de 50.000m³/ano no sentido Sul-Norte. O período chuvoso (meses de junho, julho e agosto) é o de maior contribuição para o transporte médio anual, aliado ao maior aporte de sedimentos do continente em direção à faixa litorânea.