Roberto Avelino Cecílio

Prof. Roberto Avelino Cecílio

Forest and Wood Sciences, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, Espírito Santo, Brazil
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1 February 2015 in CATENA
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DFDanilo Costa Fukunaga
Danilo Costa Fukunaga
Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
SZSidney Zanetti
Sidney Zanetti
LOLaís Thomazini Oliveira
Laís Thomazini Oliveira
MCMarco Aurélio Costa Caiado
Marco Aurélio Costa Caiado

1 December 2015 in CATENA
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SZSidney Zanetti
Sidney Zanetti
Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
EAEstevão Giacomin Alves
Estevão Giacomin Alves
VSVitor Heringer Silva
Vitor Heringer Silva
ESElias Fernandes Sousa
Elias Fernandes Sousa

1 April 2014 in Revista Árvore
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DPDAIANI BERNARDO PIROVANI
DAIANI BERNARDO PIROVANI
ASAderbal Gomes da Silva
Aderbal Gomes da Silva
ASAlexandre Santos
Alexandre Santos
Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
JGJosé Marinaldo Gleriani
José Marinaldo Gleriani
SMSebastião Venâncio Martins
Sebastião Venâncio Martins
Os objetivos deste trabalho foi mapear e analisar a estrutura da paisagem florestal em uma área representativa da Bacia do Rio Itapemirim, ES, por meio de índices de ecologia da paisagem. O mapeamento dos fragmentos florestais foi obtido utilizando técnicas de fotointerpretação na escala de 1:1500 do ortofotomosaico do ano 2007. Para o cálculo dos índices de ecologia, foi utilizada a extensão Patch Analyst dentro do aplicativo computacional ArcGIS 9.3. Foram encontrados 3.285 fragmentos florestais em toda a área, representando 17% de cobertura florestal. Os fragmentos mapeados foram divididos em classes de tamanho, sendo fragmentos pequenos aqueles menores que 5 ha; de tamanho médio aqueles entre 5 e 50 ha; e grandes os maiores que 50 ha. Os fragmentos pequenos encontravam-se em maior número (2.236), seguidos pelos fragmentos de tamanho médio (749) e, por último, pelos fragmentos grandes, que compreenderam apenas 100 manchas. O número de fragmentos de cada classe de tamanho possui relação inversa com a contribuição em área dessa classe dentro da fragmentação florestal. As análises quantitativas por meio de métricas da paisagem foram feitas com os grupos de índices de área; densidade e tamanho, forma; proximidade e área central, sendo este último obtido em diferentes simulações de efeito de borda (20,40, 60, 80, 100, 140 e 200 m). Para todos os índices houve diferenciações com relação às classes de tamanho dos fragmentos florestais. A maior parte dos fragmentos florestais da bacia, são pequenos, menores que 5 ha, sendo que a distância de borda de 100 metros elimina completamente a área central desses fragmentos. Apesar dos fragmentos grandes apresentarem os formatos mais irregulares, estes possuem maior índice de área central, mesmo sob o efeito da maior distância de efeito de borda.

1 July 2019 in CATENA
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Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
SPStefania Marques Pimentel
Stefania Marques Pimentel
SZSidney Zanetti
Sidney Zanetti

1 June 2005 in Revista Brasileira de Engenharia Agrícola E Ambiental
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SMSalomão de S. Medeiros
Salomão de S. Medeiros
Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
JJJosé L. C. da Silva Junior
José L. C. da Silva Junior
Neste trabalho teve-se como objetivo principal, gerar equações de regressão múltiplas com ajuste de superfície quadrática para estimativa das normais das temperaturas do ar mínimas, médias e máximas mensais e anual, para o Nordeste brasileiro, a fim de fornecer subsídios para o planejamento agroclimático em regiões onde não há disponibilidade desses dados. Obtiveram-se os dados de temperatura do ar utilizados para a determinação dos coeficientes das equações, de 74 estações meteorológicas listadas nas normais climatológicas dos Estados da região Nordeste, fornecidas pelo INMET. A partir das equações ajustadas, foram gerados mapas temáticos das normais das temperaturas do ar mínimas, médias e máximas mensais e anual. As equações obtidas apresentaram bons valores de R²; entretanto, quando utilizadas para altitudes muito elevadas, essas equações tenderam a apresentar baixos valores de temperatura do ar, enquanto as equações ajustadas e sua espacialização mostraram tratar-se de uma alternativa viável para a ampliação da base de dados climáticos da região Nordeste. This study aimed to generate multiple regression equations with quadratic functions to estimate both monthly and annual minimum, mean and maximum air temperatures for the Northeast region. It will provide subsidy to agroclimatic planning in the regions where these data are not available. Temperature data used to determine the equations coefficients were obtained from 74 meteorological stations listed in climatological normals of the states of Northeast region - Brazil, provided by INMET. Based on the adjusted models, thematic maps of monthly and annual minimum, mean and maximum air temperatures were generated. The obtained equations presented good values of R². However, when the equations were used for high altitude places they tended to present low values of air temperature. The adjusted equations and its spatialization is an alternative available to enlarge the climatic data base of this region

1 December 2018 in Revista Brasileira de Meteorologia
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MAMarcel Carvalho Abreu
Marcel Carvalho Abreu
Roberto Avelino CecílioRoberto Avelino Cecílio
Roberto Avelino Cecílio
FPFernando Falco Pruski
Fernando Falco Pruski
GSGérson Rodrigues dos Santos
Gérson Rodrigues dos Santos
LALaura Thebit de Almeida
Laura Thebit de Almeida
SZSidney Zanetti
Sidney Zanetti
Este estudo objetivou estabelecer um critério sobre qual teste de aderência deve ser preferido na escolha de funções de distribuição de probabilidades (fdp). Para tal, foram ajustadas as fdp: Gumbel (GUM), Generalizada de valores extremos (GEV) e Log-normal a 2 parâmetros (LN2), através dos métodos dos momentos, momentos-L e máxima verossimilhança, em séries de precipitação diária máxima anual de 11 estações localizadas na bacia hidrográfica do rio Sapucaí. A aderência dessas fdp aos dados foi feita pelos testes de Kolmogorov-Smirnov (KS), Qui-quadrado (χ2), Filliben (Fi) e Anderson-Darling (AD). Verificaram-se quais testes de aderência são mais rigorosos na seleção de distribuições de probabilidade e, ainda, os testes de aderência que convergem os resultados para a escolha da fdp com melhor desempenho na análise de incerteza e/ou nas estatísticas de ajuste. Os testes de aderência mais rigorosos no aceite da aderência da fdp aos dados são os testes de Fi e AD. O teste de Fi é o que mais converge para a escolha da fdp com melhor desempenho na análise de incerteza e nas estatísticas de ajuste, seguido pelo teste de χ2, portanto devem ser preferidos. As fdp GUM e GEV se destacaram em representar os dados de precipitação máxima anual.