Cristine Bastos do Amarante

Dr. Cristine Bastos do Amarante


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17Years (2010-Present)

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1 January 2022 in Journal of Hazardous Materials
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WCWatilla Pereira Covre
Watilla Pereira Covre
Silvio Junio RamosSilvio Junio Ramos
Silvio Junio Ramos
Wendel Valter da Silveira PereiraWendel Valter da Silveira Pereira
Wendel Valter da Silveira Pereira
ESEdna Santos de Souza
Edna Santos de Souza
Gabriel Caixeta MartinsGabriel Caixeta Martins
Gabriel Caixeta Martins
Antonio FernandesAntonio Fernandes
Antonio Fernandes

1 January 2011 in Acta Amazonica
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CACristine Bastos do Amarante
Cristine Bastos do Amarante
AMAdolfo Henrique Müller
Adolfo Henrique Müller
MPMarinete Marins Póvoa
Marinete Marins Póvoa
Maria Fâni DolabelaMaria Fâni Dolabela
Maria Fâni Dolabela
Montrichardia linifera é uma planta aquática de amplo uso na medicina tradicional amazônica. Entretanto, muito pouco se conhece sobre a sua composição química, e sua atividade biológica ainda não foi comprovada. Na busca de substância(s) biologicamente ativa(s), este trabalho realizou um estudo fitoquímico biomonitorado no qual foram testados os extratos hexânico e etanólico obtidos do caule desta espécie, dos quais apenas o extrato etanólico foi selecionado para o fracionamento cromatográfico por ter apresentado toxicidade contra a Artemia salina e atividade contra o Plasmodium falciparum, parasita causador da malária. As atividades biológicas concentraram-se na fração diclorometânica que apresentou alta toxicidade contra A. salina (DL50<31μg mL-1) e alta atividade antiplasmódica (IC50<10 μg mL-1), mostrando promissora atividade antimalárica. Desta fração, o composto aromático p-hidroxibenzaldeído foi isolado pela primeira vez nesta planta.

1 August 2020 in Journal of Environmental Management
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WCWatilla Pereira Covre
Watilla Pereira Covre
Wendel Valter da Silveira PereiraWendel Valter da Silveira Pereira
Wendel Valter da Silveira Pereira
DGDeyvison Andrey Medrado Gonçalves
Deyvison Andrey Medrado Gonçalves
OTOrivan Maria Marques Teixeira
Orivan Maria Marques Teixeira
CACristine Bastos do Amarante
Cristine Bastos do Amarante
Antonio FernandesAntonio Fernandes
Antonio Fernandes

1 August 2020 in Journal of Environmental Management
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Wendel Valter da Silveira PereiraWendel Valter da Silveira Pereira
Wendel Valter da Silveira Pereira
RTRenato Alves Teixeira
Renato Alves Teixeira
ESEdna Santos de Souza
Edna Santos de Souza
AMAdriele Laena Ferreira de Moraes
Adriele Laena Ferreira de Moraes
WCWillison Campos
Willison Campos
Antonio FernandesAntonio Fernandes
Antonio Fernandes

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ABAnderson de Santana Botelho
Anderson de Santana Botelho
Oberdan FerreiraOberdan Ferreira
Oberdan Ferreira
Mozaniel Santana de OliveiraMozaniel Santana de Oliveira
Mozaniel Santana de Oliveira
Jorddy N. CruzJorddy N. Cruz
Jorddy N. Cruz
SCSandro Henrique dos Reis Chaves
Sandro Henrique dos Reis Chaves
EAEloisa Andrade
Eloisa Andrade
Aedes aegypti L. (Diptera: Culicidae) is an important transmitter of diseases in tropical countries and controlling the larvae of this mosquito helps to reduce cases of diseases such as dengue, zika and chikungunya. Thus, the present study aimed to evaluate the larvicidal potential of the essential oil (EO) of Ocimum basilicum var. minimum (L.) Alef. The EO was extracted by stem distillation and the chemical composition was characterized by gas chromatography coupled with mass spectrometry (GC/MS and GC-FID). The larvicidal activity of EO was evaluated against third instar Ae. aegypti following World Health Organization (WHO) standard protocol and the interaction of the major compounds with the acetylcholinesterase (AChE) was evaluated by molecular docking. The predominant class was oxygenated monoterpenes with a concentration of 81.69% and the major compounds were limonene (9.5%), 1,8-cineole (14.23%), linalool (24.51%) and methyl chavicol (37.41%). The O. basilicum var. minimum EO showed unprecedented activity against third instar Ae. aegypti larvae at a dose-dependent relationship with LC50 of 69.91 (µg/mL) and LC90 of 200.62 (µg/mL), and the major compounds were able to interact with AChE in the Molecular Docking assay, indicating an ecological alternative for mosquito larvae control.

1 December 2010 in Acta Amazonica
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CACristine Bastos do Amarante
Cristine Bastos do Amarante
RMRegina Celi Sarkis Müller
Regina Celi Sarkis Müller
KDKelly das Graças Fernandes Dantas
Kelly das Graças Fernandes Dantas
CAClaudio Alves
Claudio Alves
AMAdolfo Henrique Müller
Adolfo Henrique Müller
DPDulcidéia da Conceição Palheta
Dulcidéia da Conceição Palheta
Montrichardia linifera (Araceae), conhecida popularmente como 'aninga', faz parte dos ecossistemas de várzea da Amazônia e da dieta natural de animais como peixe-boi, tartarugas, peixes, búfalo e gado. Com o objetivo de contribuir para o conhecimento químico e valor nutricional da mesma, folhas e frutos de M. linifera foram coletados às margens dos rios Guamá e Maratauíra, no Estado do Pará, Brasil. Em folhas e frutos foram realizadas análises de umidade, resíduo mineral fixo (cinzas), lipídios, proteínas, fibra bruta, concentração de carboidratos e valor calórico. A composição mineral (Ca, Mg, Cu, Fe, Zn e Mn) foi obtida por espectrometria de absorção atômica de chama. Observou-se que tanto as folhas quanto os frutos da aninga, apesar de calóricos (289,75 kcal e 355,12 kcal, respectivamente), possuem baixo valor protéico (0,44% e 0,24 %, respectivamente). As concentrações de manganês obtidas (folha = 3279,46 mg kg-1e fruto = 18151,53 mg kg-1) foram consideradas tóxicas, extrapolando o limite máximo tolerável para ruminantes (1000 mg kg-1). A M. linifera, tem capacidade de absorver e bioacumular grandes quantidades de Ca, Mg e Mn presentes no solo, o que torna inadequada a sua utilização exclusiva na alimentação de quelônios, bovinos e bubalinos, havendo necessidade de mais estudos para sua aplicação como parte da ração.