Edgleisom Marculino da Silva

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Edgleisom Marculino da Silva


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3 October 2025 in Revista Brasileira de Filosofia e História
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JCJuan Kenedy de Sousa Corrêa
Juan Kenedy de Sousa Corrêa
WAWilton Silva Abreu
Wilton Silva Abreu
ESEdgleisom Marculino da Silva
Edgleisom Marculino da Silva
MCMichel Alves da Cruz
Michel Alves da Cruz
FLFátima Carmelo Balthazar da Silveira Lima
Fátima Carmelo Balthazar da Silveira Lima
ASAna Paula Inácio da Silva
Ana Paula Inácio da Silva
O presente estudo tem como objeto de análise o papel do educador na construção do conhecimento, com base nas teorias de Paulo Freire e Lev Vygotsky. O objetivo principal é compreender como essas duas abordagens pedagógicas podem se complementar, oferecendo um panorama mais rico para a prática educativa atual. Para isso, a pesquisa adotou uma metodologia qualitativa, utilizando uma revisão bibliográfica das principais obras desses autores, além de discutir as implicações práticas das suas teorias no contexto educacional contemporâneo. A pesquisa busca, ainda, analisar os desafios enfrentados pelos educadores, especialmente em tempos de transformação digital e desigualdade social. A partir da análise das obras de Freire e Vygotsky, ficou evidente que a educação não é apenas um processo de transmissão de saberes, mas sim uma construção coletiva e dinâmica, onde o educador exerce o papel de mediador, facilitador e provocador do pensamento crítico. A conclusão geral aponta que a teoria de Freire, com sua ênfase no diálogo e na conscientização, e a de Vygotsky, com seu foco na mediação e na interação social, oferecem uma base sólida para uma prática pedagógica mais inclusiva e transformadora. Contudo, para que esses princípios se concretizem, é necessário que o sistema educacional valorize o trabalho do educador e promova uma estrutura que garanta o acesso igualitário e a qualidade no ensino para todos.

7 January 2026 in Revista Brasileira de Filosofia e História
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Journal Article
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ESEdgleisom Marculino da Silva
Edgleisom Marculino da Silva
GSGabriela Esther Nascimento dos Santos
Gabriela Esther Nascimento dos Santos
COCybelle Aline Oliveira
Cybelle Aline Oliveira
JLJanildes de Moura Lino
Janildes de Moura Lino
CSCliciano Vieira da Silva
Cliciano Vieira da Silva
WAWilton Silva Abreu
Wilton Silva Abreu
Este artigo analisa a neurodiversidade no contexto escolar e discute estratégias pedagógicas viáveis para o trabalho docente em classes heterogêneas. Parte-se da compreensão de que diferenças no neurodesenvolvimento, como as observadas em estudantes autistas, com transtorno do déficit de atenção/hiperatividade, dislexia, dispraxia e outras condições, não podem ser reduzidas a déficits homogêneos. A escola que opera apenas com um aluno padrão tende a converter diferenças de processamento, comunicação, autorregulação e aprendizagem em fracasso escolar, indisciplina ou invisibilidade pedagógica. O estudo adota abordagem bibliográfica e documental, mobilizando literatura científica recente, marcos legais brasileiros e documentos internacionais sobre educação inclusiva. Argumenta-se que a prática do professor ganha consistência quando articula desenho universal para a aprendizagem, previsibilidade da rotina, mediação da linguagem, avaliação flexível, organização sensorial do ambiente e colaboração com a família e a equipe escolar. Em vez de propor intervenções idealizadas ou dependentes de alta especialização clínica, o texto descreve adaptações de baixo custo e alta aplicabilidade que podem ampliar participação, permanência e aprendizagem. A análise sustenta que a inclusão efetiva não decorre de boa vontade genérica, mas de decisões didáticas concretas, monitoradas e ajustadas ao perfil funcional do estudante.

7 January 2026 in Revista Brasileira de Filosofia e História
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Journal Article
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ESEdgleisom Marculino da Silva
Edgleisom Marculino da Silva
CFCristina Hill Fávero
Cristina Hill Fávero
GSGustavo Perroni Gomes da Silva
Gustavo Perroni Gomes da Silva
JLJanildes de Moura Lino
Janildes de Moura Lino
CSCliciano Vieira da Silva
Cliciano Vieira da Silva
CMCybelle Aline Oliveira Milhomem
Cybelle Aline Oliveira Milhomem
Este artigo discute a acessibilidade digital na escola como dimensão constitutiva do direito à educação inclusiva. Parte-se da compreensão de que a presença de dispositivos, plataformas e ambientes virtuais não assegura, por si só, participação pedagógica, permanência e aprendizagem. O objetivo é analisar fundamentos conceituais, normativos e pedagógicos da acessibilidade digital e apresentar práticas inclusivas aplicáveis ao cotidiano escolar, com atenção aos diferentes perfis de estudantes, inclusive aqueles com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, dificuldades de aprendizagem, barreiras linguísticas e limitações temporárias de acesso. Metodologicamente, trata-se de estudo qualitativo, de natureza bibliográfica e documental, com base em legislação brasileira, documentos de organismos internacionais e literatura científica sobre educação inclusiva, desenho universal para a aprendizagem, tecnologia assistiva e acessibilidade web. A análise demonstra que a acessibilidade digital exige uma abordagem sistêmica: depende de infraestrutura, escolha adequada de plataformas, formação docente, produção de materiais acessíveis, avaliação flexível e participação da comunidade escolar. Também se evidencia que práticas simples, como legenda em vídeos, descrição de imagens, contraste adequado, navegação por teclado, múltiplas formas de representação do conteúdo e diversificação das formas de resposta, produzem efeitos concretos sobre o engajamento e a autonomia dos estudantes. Sustenta-se que a escola inclusiva precisa deslocar o foco da adaptação tardia para o planejamento antecipado, inspirado no desenho universal para a aprendizagem. A partir das evidências discutidas, a acessibilidade digital pode ser compreendida não como recurso periférico, mas como critério de qualidade pedagógica, justiça curricular e democratização do conhecimento.