Elioenara Ribeiro de Sousa

Elioenara Ribeiro de Sousa

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Elioenara Ribeiro de Sousa

Faculdade Unyleya

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Academic Career Length

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2 March 2026 in Revista DCS
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GTGeoeselita Borges Teixeira
Geoeselita Borges Teixeira
CLCarla Emanuele Lopatiuk
Carla Emanuele Lopatiuk
ESElioenara Ribeiro de Sousa
Elioenara Ribeiro de Sousa
RQRafael da Rocha Dias Quintairos
Rafael da Rocha Dias Quintairos
GMGuilherme Teodoro Martins
Guilherme Teodoro Martins
CLCarlos Lopatiuk
Carlos Lopatiuk
Este estudo teve como objetivo analisar as heranças simbólicas da Revolta da Vacina na relação contemporânea entre população e políticas de imunização no Brasil, buscando compreender como esse episódio histórico contribui para moldar percepções sociais, níveis de confiança institucional e atitudes coletivas diante das estratégias de vacinação implementadas pelo sistema público de saúde. Para isso, desenvolveu-se uma investigação qualitativa baseada em revisão narrativa de literatura com abordagem histórico-analítica, realizada nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Scholar, além da consulta a documentos institucionais do Ministério da Saúde. Foram considerados estudos publicados entre 2000 e 2025 que abordassem aspectos históricos da vacinação, confiança institucional e percepções sociais sobre campanhas de imunização. Após aplicação dos critérios de elegibilidade, seis documentos compuseram o corpus analítico da pesquisa. Os resultados evidenciaram que a Revolta da Vacina permanece como referência simbólica recorrente nas interpretações sociais sobre políticas de imunização, associando a vacinação a debates sobre autoridade sanitária, liberdade individual e confiança nas instituições públicas. A análise também demonstrou que discursos de resistência à vacinação apresentam continuidades históricas, sendo reforçados por processos comunicacionais e pela circulação de informações em diferentes meios sociais. Conclui-se que a relação entre população e políticas de imunização envolve dimensões que ultrapassam o campo biomédico, incorporando fatores históricos, sociopolíticos e comunicacionais que influenciam a adesão às campanhas de vacinação, indicando a necessidade de estratégias de comunicação em saúde capazes de fortalecer a confiança social nas políticas públicas de imunização.

11 March 2026 in Veredas do Direito
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RCRafael Leituga de Carvalho Cavalcante
Rafael Leituga de Carvalho Cavalcante
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
BFBenedita Neida da Silva Flexa
Benedita Neida da Silva Flexa
ESElioenara Ribeiro de Sousa
Elioenara Ribeiro de Sousa
Andres Santiago Quizhpi LopezAndres Santiago Quizhpi Lopez
Andres Santiago Quizhpi Lopez
CLCarlos Lopatiuk
Carlos Lopatiuk
Introdução: A Educação em Saúde configura-se como eixo estruturante do Sistema Único de Saúde, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS), sendo compreendida como processo formativo voltado à construção compartilhada de saberes e à ampliação da autonomia no cuidado. No entanto, persistem tensões entre propostas emancipatórias e práticas ainda marcadas pela racionalidade biomédica e pela transmissão vertical de informações, o que influencia a produção de subjetividades, a responsabilização e o autocuidado no cotidiano dos serviços. Objetivo: analisar como a Educação em Saúde, no âmbito da Atenção Primária, incide sobre a produção de subjetividades e quais repercussões produz na autonomia, na responsabilização e no autocuidado dos usuários, à luz das contribuições teóricas e empíricas mobilizadas. Metodologia: Realizou-se revisão narrativa de literatura, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde. Utilizaram-se descritores DeCS/MeSH relacionados a Educação em Saúde, Atenção Primária à Saúde, Autonomia Pessoal, Autocuidado, Responsabilização e Subjetividade. Foram incluídas publicações entre 2018 e 2025 que abordassem os eixos analíticos no contexto da APS, totalizando sete produções selecionadas para análise. Resultados: As evidências indicam que práticas educativas dialógicas e participativas fortalecem o vínculo, ampliam a capacidade decisória e favorecem o autocuidado, inclusive com melhora em indicadores de qualidade de vida em intervenções estruturadas. Em contrapartida, barreiras organizacionais, sobrecarga de trabalho e centralidade do saber técnico limitam a coprodução de autonomia. A responsabilização mostrou-se ambivalente: pode fortalecer o protagonismo quando construída de forma compartilhada, ou reforçar processos normativos quando desconsidera determinantes sociais. Conclusão: Conclui-se que a Educação em Saúde na APS pode operar como tecnologia relacional com potencial emancipatório, desde que fundamentada em abordagens críticas e participativas. Quando reduzida à prescrição informativa, tende a reproduzir relações hierárquicas e subjetividades dependentes, evidenciando que seus efeitos sobre autonomia e autocuidado dependem das condições institucionais e da orientação pedagógica adotada.