Luan Cruz Barreto

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Luan Cruz Barreto

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

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30 March 2025 in Cognitus Interdisciplinary Journal
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DBDayse Isabel Coelho Paraíso Belém
Dayse Isabel Coelho Paraíso Belém
FSFabiana Ribeiro dos Santos
Fabiana Ribeiro dos Santos
ATAna Cláudia Simões Félix Thomé
Ana Cláudia Simões Félix Thomé
RTReinaldo da Silva Thomé
Reinaldo da Silva Thomé
RSRosângela Thomé da Silva
Rosângela Thomé da Silva
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
This study aimed to analyze the effects of interdisciplinary and multiprofessional educational strategies on the development of children and adolescents with Autism Spectrum Disorder. This is an integrative literature review carried out on the MEDLINE, LILACS, IBECS, BDENF and Index Psicologia databases between April and May 2025. Articles published between 2020 and 2025 were selected, with well-defined inclusion and exclusion criteria. The results show that interventions such as the DHACA Method, the CI-RIT model, the use of assistive technologies and collaborative training with robots promote significant improvements in communication, social inclusion and the behavioral repertoire of participants. Joint action between health, education and family professionals proved to be effective in enhancing cognitive, social and emotional development. It can be concluded that interdisciplinary and multi-professional approaches offer concrete benefits in promoting equity and inclusion for individuals with ASD, although challenges remain regarding the standardization of practices and their dissemination in public health and education systems.

11 March 2026 in Veredas do Direito
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RCRafael Leituga de Carvalho Cavalcante
Rafael Leituga de Carvalho Cavalcante
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
BFBenedita Neida da Silva Flexa
Benedita Neida da Silva Flexa
ESElioenara Ribeiro de Sousa
Elioenara Ribeiro de Sousa
Andres Santiago Quizhpi LopezAndres Santiago Quizhpi Lopez
Andres Santiago Quizhpi Lopez
CLCarlos Lopatiuk
Carlos Lopatiuk
Introdução: A Educação em Saúde configura-se como eixo estruturante do Sistema Único de Saúde, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS), sendo compreendida como processo formativo voltado à construção compartilhada de saberes e à ampliação da autonomia no cuidado. No entanto, persistem tensões entre propostas emancipatórias e práticas ainda marcadas pela racionalidade biomédica e pela transmissão vertical de informações, o que influencia a produção de subjetividades, a responsabilização e o autocuidado no cotidiano dos serviços. Objetivo: analisar como a Educação em Saúde, no âmbito da Atenção Primária, incide sobre a produção de subjetividades e quais repercussões produz na autonomia, na responsabilização e no autocuidado dos usuários, à luz das contribuições teóricas e empíricas mobilizadas. Metodologia: Realizou-se revisão narrativa de literatura, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde. Utilizaram-se descritores DeCS/MeSH relacionados a Educação em Saúde, Atenção Primária à Saúde, Autonomia Pessoal, Autocuidado, Responsabilização e Subjetividade. Foram incluídas publicações entre 2018 e 2025 que abordassem os eixos analíticos no contexto da APS, totalizando sete produções selecionadas para análise. Resultados: As evidências indicam que práticas educativas dialógicas e participativas fortalecem o vínculo, ampliam a capacidade decisória e favorecem o autocuidado, inclusive com melhora em indicadores de qualidade de vida em intervenções estruturadas. Em contrapartida, barreiras organizacionais, sobrecarga de trabalho e centralidade do saber técnico limitam a coprodução de autonomia. A responsabilização mostrou-se ambivalente: pode fortalecer o protagonismo quando construída de forma compartilhada, ou reforçar processos normativos quando desconsidera determinantes sociais. Conclusão: Conclui-se que a Educação em Saúde na APS pode operar como tecnologia relacional com potencial emancipatório, desde que fundamentada em abordagens críticas e participativas. Quando reduzida à prescrição informativa, tende a reproduzir relações hierárquicas e subjetividades dependentes, evidenciando que seus efeitos sobre autonomia e autocuidado dependem das condições institucionais e da orientação pedagógica adotada.

30 March 2025 in Cognitus Interdisciplinary Journal
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LRLara Milene Mafra Ramos
Lara Milene Mafra Ramos
WSWalisson Rodrigo dos Santos Souza
Walisson Rodrigo dos Santos Souza
LDLayla Joventina Fdima Chehab Da Silva Lima Dias
Layla Joventina Fdima Chehab Da Silva Lima Dias
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
TATiago Alves de Araujo
Tiago Alves de Araujo
CMCristiane Bisognin Morlin
Cristiane Bisognin Morlin
O manejo adequado de feridas em UTIs é essencial para prevenir complicações e reduzir infecções. A vulnerabilidade dos pacientes críticos exige protocolos padronizados e capacitação contínua. Tecnologias inovadoras e metodologias educacionais fortalecem a segurança assistencial e melhoram os desfechos clínicos. O objetivo desta pesquisa é analisar a inovação na educação sobre feridas e curativos em UTIs, abordando os protocolos, as tecnologias e a capacitação profissional. O estudo é uma revisão integrativa da literatura, realizada em 2025, com pesquisas nas bases IBECS e PUBMED. Diretrizes como a Portaria nº 2.616/1998 e escalas de avaliação orientam práticas seguras. Inovações como curativos nanotecnológicos e metodologias educacionais aprimoram a assistência. No entanto, desafios como falta de recursos e sobrecarga profissional dificultam avanços. A integração entre tecnologia e capacitação contínua é essencial para melhorar a qualidade do cuidado. Assim, a adoção de protocolos padronizados, inovações tecnológicas e capacitação profissional aprimora a assistência em UTIs, promovendo segurança e melhores desfechos clínicos. Investimentos em infraestrutura e políticas públicas são fundamentais para ampliar o acesso a tecnologias e fortalecer a assistência multidisciplinar.

2 January 2026 in Revista DCS
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DADhonayara da Silva de Campos Amorim
Dhonayara da Silva de Campos Amorim
KOKallyane Victória de Oliveira
Kallyane Victória de Oliveira
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
BABárbara Silva Andrade
Bárbara Silva Andrade
LPLisia Michelle Maia Pinheiro
Lisia Michelle Maia Pinheiro
GTGeoeselita Borges Teixeira
Geoeselita Borges Teixeira
A promoção da saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), é concebida como estratégia orientada à atuação sobre fatores sociais, econômicos, ambientais e culturais que condicionam o processo saúde-doença. No entanto, sua implementação em periferias urbanas tem revelado limites estruturais associados às desigualdades territoriais e de classe social que caracterizam o espaço urbano brasileiro. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar como as dimensões territoriais e de classe social condicionam os limites da promoção da saúde em periferias urbanas, à luz da produção científica e de documentos normativos nacionais. Trata-se de um estudo qualitativo, desenvolvido por meio de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme etapas metodológicas sistematizadas, com formulação da questão norteadora a partir da adaptação da estratégia PICO. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, utilizando descritores controlados dos vocabulários DeCS e MeSH. Os resultados evidenciam que as ações de promoção da saúde nos territórios periféricos apresentam baixa capacidade de incidência estrutural, sendo frequentemente fragmentadas, descontínuas e dependentes da mobilização comunitária. A precariedade da infraestrutura urbana, a insegurança, o acesso limitado a políticas públicas e a fragilidade da presença estatal configuram condicionantes centrais desses limites. Observa-se ainda que, diante da insuficiência institucional, lideranças comunitárias assumem protagonismo na condução de ações promotoras da saúde, revelando contradições entre diretrizes normativas avançadas e práticas restritas no território. Conclui-se que as falhas da promoção da saúde nas periferias urbanas não decorrem da ausência de arcabouço legal, mas da persistência de desigualdades territoriais e de classe social, demandando fortalecimento da ação estatal, articulação intersetorial contínua e incorporação dos determinantes sociais da saúde como eixo estruturante das políticas públicas.

25 February 2026 in RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar
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RCRosangela da Silva Conceição
Rosangela da Silva Conceição
KCKallyne Lima De Carvalho
Kallyne Lima De Carvalho
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
ELEdvania de Sá Duarte Lopes
Edvania de Sá Duarte Lopes
SGSuzan Cristina Leite Geraldo
Suzan Cristina Leite Geraldo
VSValquiria Kopke Dos Santos
Valquiria Kopke Dos Santos
O canabidiol tem ocupado posição crescente no debate da saúde coletiva brasileira, sobretudo em função das controvérsias regulatórias, das formas de acesso adotadas e das repercussões sobre a organização do Sistema Único de Saúde. Inserido em um contexto marcado pela herança do paradigma proibicionista das políticas de drogas, o uso terapêutico do canabidiol passou a ser mediado por arranjos normativos excepcionais, com forte dependência de importações, autorizações administrativas individuais e decisões judiciais. Este estudo teve como objetivo analisar o canabidiol no contexto da saúde coletiva brasileira, abordando suas evidências científicas, os processos de regulação sanitária, as formas de acesso adotadas e as implicações dessas dimensões para a formulação e implementação de políticas públicas de saúde. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de caráter descritivo e analítico, conduzida a partir de bases científicas e documentos normativos nacionais. Os achados mostram um cenário de expansão do mercado e do volume de autorizações sanitárias, acompanhado por fragilidades no controle de qualidade, inconsistências informacionais em produtos importados e deslocamento do acesso para a via judicial. A judicialização se consolida como elemento estruturante da regulação prática, produzindo respostas fragmentadas e assimetrias no sistema de saúde. Conclui-se que a análise do canabidiol como tecnologia em saúde demanda abordagem integrada, articulando regulação sanitária, avaliação tecnológica e organização do cuidado, de modo a subsidiar respostas públicas mais consistentes no âmbito da saúde coletiva.

11 January 2025 in Cognitus Interdisciplinary Journal
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PTPedro Henrique Moura Teixeira
Pedro Henrique Moura Teixeira
VBVeronice Quieli Cavalheiro Barbosa
Veronice Quieli Cavalheiro Barbosa
FMFillipe Eduardo Amorim Mesquita
Fillipe Eduardo Amorim Mesquita
LBLuan Cruz Barreto
Luan Cruz Barreto
EVElry Cristine Nickel Valerio
Elry Cristine Nickel Valerio
VFVanessa de Faveri Ferreira
Vanessa de Faveri Ferreira
Wound treatment represents a significant clinical challenge, requiring strategies that combine traditional approaches and technological innovations. The article analyzes advances in vacuum dressings, biopolymers and nanotechnology-based materials, promoting faster and more effective healing. The research used an integrative literature review with databases such as PubMed, Scopus and ScienceDirect, covering publications between 2019 and 2024. The results highlight significant advances in the use of vacuum dressings, biopolymers and nanotechnology-based materials, promoting faster and more effective healing. Despite this, challenges remain, such as personalizing treatments and adapting biopolymers to different needs. The combination of traditional methods and emerging technologies has the potential to optimize care, accelerate tissue regeneration and improve patients' quality of life. The study concludes that integrated and multidisciplinary approaches, combined with new technological developments, are essential to overcome the barriers in the treatment of complex wounds.