Estela M L Aquino

Estela M L Aquino


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24Years (2003-Present)

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10 January 2012 in American Journal of Epidemiology
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EAEstela M L Aquino
Estela M L Aquino
SBSandhi Maria Barreto
Sandhi Maria Barreto
IBIsabela M. Bensenor
Isabela M. Bensenor
MCMarilia S. Carvalho
Marilia S. Carvalho
DCDóra Chor
Dóra Chor
MSMoyses Szklo
Moyses Szklo
Although low- and middle-income countries still bear the burden of major infectious diseases, chronic noncommunicable diseases are becoming increasingly common due to rapid demographic, epidemiologic, and nutritional transitions. However, information is generally scant in these countries regarding chronic disease incidence, social determinants, and risk factors. The Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil) aims to contribute relevant information with respect to the development and progression of clinical and subclinical chronic diseases, particularly cardiovascular diseases and diabetes. In this report, the authors delineate the study’s objectives, principal methodological features, and timeline. At baseline, ELSA-Brasil enrolled 15,105 civil servants from 5 universities and 1 research institute. The baseline examination (2008–2010) included detailed interviews, clinical and anthropometric examinations, an oral glucose tolerance test, overnight urine collection, a 12-lead resting electrocardiogram, measurement of carotid intima-media thickness, echocardiography, measurement of pulse wave velocity, hepatic ultrasonography, retinal fundus photography, and an analysis of heart rate variability. Long-term biologic sample storage will allow investigation of biomarkers that may predict cardiovascular diseases and diabetes. Annual telephone surveillance, initiated in 2009, will continue for the duration of the study. A follow-up examination is scheduled for 2012–2013.

1 June 2020 in Ciencia & Saude Coletiva
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EAEstela M L Aquino
Estela M L Aquino
ISIsmael Henrique Silveira
Ismael Henrique Silveira
JPJulia Moreira Pescarini
Julia Moreira Pescarini
RARosana Aquino
Rosana Aquino
JSJaime Almeida de Souza-Filho
Jaime Almeida de Souza-Filho
RLRaíza Tourinho dos Reis Silva Lima
Raíza Tourinho dos Reis Silva Lima
Resumo A pandemia de COVID-19 tem desafiado pesquisadores e gestores a encontrar medidas de saúde pública que evitem o colapso dos sistemas de saúde e reduzam os óbitos. Esta revisão narrativa buscou sistematizar as evidências sobre o impacto das medidas de distanciamento social na epidemia de COVID-19 e discutir sua implementação no Brasil. Foram triados artigos sobre o efeito do distanciamento social na COVID-19 no PubMed, medRXiv e bioRvix, e analisados atos do poder público nos níveis federal e estadual para sumarizar as estratégias implementadas no Brasil. Os achados sugerem que o distanciamento social adotado por população é efetivo, especialmente quando combinado ao isolamento de casos e à quarentena dos contatos. Recomenda-se a implementação de medidas de distanciamento social e de políticas de proteção social para garantir a sustentabilidade dessas medidas. Para o controle da COVID-19 no Brasil, é imprescindível que essas medidas estejam aliadas ao fortalecimento do sistema de vigilância nos três níveis do SUS, que inclui a avaliação e uso de indicadores adicionais para monitorar a evolução da pandemia e o efeito das medidas de controle, a ampliação da capacidade de testagem, e divulgação ampla e transparente das notificações e de testagem desagregadas.

18 November 2014 in Diabetology & Metabolic Syndrome
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MSMaria Inês Schmidt
Maria Inês Schmidt
JHJuliana F Hoffmann
Juliana F Hoffmann
MDMaria de Fátima Sander Diniz
Maria de Fátima Sander Diniz
PLPaulo A Lotufo
Paulo A Lotufo
RGRosane H. Griep
Rosane H. Griep
BDBruce Duncan
Bruce Duncan
The global burden of diabetes mellitus and other chronic diseases is high, and 80% of those with diabetes now live in low and middle income countries. Yet, little information is available regarding prevalence of diabetes and intermediate hyperglycemia in these countries, especially when a full range of diagnostic tests is employed. The purpose of this study is to provide a full accounting of these prevalences in a large, free-living Brazilian population. We report baseline data (2008-2010) from the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil), a cohort study of 15,105 civil servants aged 35-74 years. Diabetes mellitus was ascertained by self-report of diagnosis, medication use, fasting glucose, an oral glucose tolerance test, and/or glycated hemoglobin. Cut-offs for diabetes and intermediate hyperglycemia followed the recommendations of the World Health Organization and the American Diabetes Association. Adjusted prevalences were estimated through logistic regression. With this full accounting, 19.7% (19.0%-20.3%) had diabetes mellitus, 50.4% being previously undiagnosed. Frequencies of intermediate hyperglycemia according to various criteria ranged from 16.1% to 52.6%. Diabetes or intermediate hyperglycemia was present in 79.1% of participants when using the most comprehensive definitions. The burden was greatest in the elderly, the obese, non-whites, and those with less formal education (p < 0.001). That four of every five free-living individuals aged 35-74 years working in selected public institutions in six Brazilian state capitals presented either diabetes or intermediate hyperglycemia highlights the advanced stage of the obesity – diabetes epidemic in urban Brazil and indicates the need for urgent action.

1 January 2014 in Cardiovascular Diabetology
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NMNoel Mueller
Noel Mueller
BDBruce Duncan
Bruce Duncan
SBSandhi Maria Barreto
Sandhi Maria Barreto
DCDora Chor
Dora Chor
MBMarina Bessel
Marina Bessel
MSMaria Inês Schmidt
Maria Inês Schmidt
Objectives: Early menarche has been linked to higher risk of type 2 diabetes in Western and Asian societies, yet whether age at menarche is associated with diabetes in Latin America, where puberty and diabetes may have different life courses, is unknown. We tested the hypothesis that earlier menarche is associated with higher diabetes risk in Brazilian adults.

1 October 2020 in Ciencia & Saude Coletiva
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LKLIGIA REGINA FRANCO SANSIGOLO KERR
LIGIA REGINA FRANCO SANSIGOLO KERR
CKCarl Kendall
Carl Kendall
ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
EAEstela M L Aquino
Estela M L Aquino
JPJulia M Pescarini
Julia M Pescarini
MBMauricio L Barreto
Mauricio L Barreto
Resumo No Brasil, a pandemia da COVID-19 tem sido severa nos estados das regiões mais pobres, como o Nordeste. A falta de políticas nacionais para controle da pandemia levou as autoridades estaduais e municipais a implementarem medidas de saúde pública. O objetivo deste estudo é mostrar o efeito dessas medidas na epidemia. A maior incidência da COVID-19 entre os nove estados do Nordeste foi registrada em Sergipe, Paraíba e Ceará. O Piauí, a Paraíba e Ceará foram os que mais testaram. Muitos estados apresentavam alta proporção de pessoas em trabalho informal. Estados com aeroportos internacionais tiveram importante papel na entrada e disseminação inicial do vírus, em especial o Ceará. Todos os estados aplicaram medidas de distanciamento social, proibição de eventos públicos e fechamento de unidades de ensino. As respostas foram o aumento significativo de distanciamento social, em especial Ceará e Pernambuco, a queda do número de reprodução (Rt) e a separação da curva dos casos observados da curva dos casos esperados sem as intervenções não medicamentosas em todos os estados. A pobreza, a desigualdade e as altas taxas de trabalho informal fornecem pistas do porquê da intensidade da COVID-19 na região. Por outro lado, as medidas de mitigação tomadas precocemente pelos governantes amenizaram os efeitos da pandemia.

1 August 2020 in Ciencia & Saude Coletiva
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MEMichaela Eickemberg
Michaela Eickemberg
LALeila Denise Alves Ferreira Amorim
Leila Denise Alves Ferreira Amorim
MAMaria da Conceição Chagas de Almeida
Maria da Conceição Chagas de Almeida
Francisco José Gondim PitangaFrancisco José Gondim Pitanga
Francisco José Gondim Pitanga
EAEstela M L Aquino
Estela M L Aquino
SMSheila Alvim Matos
Sheila Alvim Matos
Resumo Este estudo avaliou a acurácia de indicadores de obesidade abdominal (OA), definindo uma variável latente como padrão-ouro. Foram estudados 12.232 participantes do ELSA-Brasil de 35 a 74 anos. Avaliou-se três indicadores de OA, estratificados por sexo e raça/cor: circunferência da cintura (CC), razão cintura quadril (RCQ) e índice de conicidade (Índice C). Todos os grupos mostraram elevadas prevalências de OA, maiores entre os homens brancos (~70%) e mulheres pretas (~60%). Observou-se alta acurácia da CC para homens, RCQ e índice C entre homens e mulheres para discriminar OA latente. Identificou-se os seguintes pontos de corte para os indicadores de OA entre os homens brancos, pardos e pretos, respectivamente: CC: 89,9; 90,2 e 91,7cm; RCQ: 0,92; 0,92 e 0,90; índice C: 1,24; 1,24 e 1,24. Para as mulheres brancas, pardas e pretas, respectivamente, os pontos de corte identificados foram: CC: 80,4; 82,7 e 85,4cm; RCQ: 0,82; 0,83 e 0,84; índice C: 1,20; 1,22 e 1,19. A CC entre os homens e a RCQ e índice C entre homens e mulheres apresentaram alto poder para discriminar OA latente, sendo o índice C o melhor indicador.