Daniela Braga Lima

Dr. Daniela Braga Lima

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23 March 2018 in Revista Paulista de Pediatria
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DLDaniela Braga Lima
Daniela Braga Lima
LDLucas Petri Damiani
Lucas Petri Damiani
EFElizabeth Fujimori
Elizabeth Fujimori
RESUMO Objetivo: Analisar variáveis associadas à deficiência de vitamina A (DVA) em crianças brasileiras de 6 a 59 meses de idade, considerando um modelo hierárquico de determinação. Métodos: Trata-se de um recorte da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS), realizada em 2006. A análise dos dados incluiu 3.417 crianças de seis a 59 meses com dados de retinol. A DVA foi definida como retinol sérico <0,7 mmol/L. Realizaram-se análises univariada e ajustada por regressão múltipla de Poisson, com nível de significância de 5%, utilizando-se modelo hierárquico de determinação que considerou três blocos de variáveis: vinculadas aos processos estruturais da sociedade (variáveis socioeconômicas e demográficas); ao ambiente imediato da criança (variáveis maternas, de segurança e consumo alimentar); e individuais (características biológicas da criança). Os dados foram expressos em razão de prevalência (RP). Resultados: Após ajuste para variáveis de confusão, permaneceram associadas à DVA: residir no Sudeste [RP=1,59; IC95% 1,19-2,17] e no Nordeste [RP=1,56; IC95% 1,16-2,15]; em zona urbana [RP=1,31; IC95% 1,02-1,72]; ter mãe com idade ≥36 anos [RP=2,28; IC95% 1,37-3,98]; sendo proteção consumir carne pelo menos uma vez nos últimos sete dias [RP=0,24; IC95% 0,13-0,42]. Conclusões: As principais variáveis associadas à DVA no país relacionam-se aos processos estruturais da sociedade e ao ambiente imediato da criança, e não aos individuais.

2 August 2024 in Nutrients
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RCRafael Leite Carvalho
Rafael Leite Carvalho
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
Jonatas Bussador do AmaralJonatas Bussador do Amaral
Jonatas Bussador do Amaral
FMFernanda R. Monteiro
Fernanda R. Monteiro
DLDaniela Braga Lima
Daniela Braga Lima
ASAdriana de Oliveira Sarmento
Adriana de Oliveira Sarmento
Both cardiometabolic and chronic inflammatory diseases pose a significant challenge to global public health, particularly among older adults. Here, we investigated the interplay between systemic inflammatory status and the cardiometabolic index (CMI) in older men with adequate weight or obesity. In this observational cross-sectional study, older men (71.79 ± 7.35 years) were separated into groups with normal weight (NW, n = 34) and obesity (O, n = 32) to assess circulating levels of pro- and anti-inflammatory cytokines and CMI. Overall, the O group showed not only a higher inflammatory status but also increased CMI (p < 0.0001) compared with the NW group. Interestingly, only positive correlations were found between pro- and anti-inflammatory cytokines in both groups. Through multivariate regression analysis, IL-6 (β = −0.2276, p = 0.0003) and IL-10 (β = 0.2023, p = 0.0030) significantly influenced CMI in the NW group. No significant results were found in the O group. Our findings reinforce the effects of obesity in inflammaging, as well as suggesting that the influence of cytokines in CMI occurs in older men with normal weight, since the elevated pro-inflammatory profile observed in older men with obesity can interfere in this effect.

17 April 2022 in Research, Society and Development
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LBLaysa Camila Bueno
Laysa Camila Bueno
TSThaiany Goulart Souza-Silva
Thaiany Goulart Souza-Silva
DLDaniela Braga Lima
Daniela Braga Lima
CACristina Garcia Lopes Alves
Cristina Garcia Lopes Alves
MRMarcelo Lacerda Rezende
Marcelo Lacerda Rezende
LALuciana Azevedo
Luciana Azevedo
Objetivou-se investigar a influência de diferentes tipos e formatos de rótulos nutricionais no cuidado com a saúde. Essa revisão integrativa recuperou artigos indexados nos bancos de dados eletrônicos da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Periódicos da Capes, Google Acadêmico e na base de dados National Library of Medicines (NLM) - Pubmed/Medline e SciELO. Obteve-se o número de 36 artigos para compor esta revisão integrativa. Os estudos indicam que os rótulos de advertências/avisos se mostraram mais eficientes em mudar o comportamento alimentar, devido à facilidade de compreensão pelos consumidores. De maneira interessante, variáveis como ser do sexo feminino, possuir no mínimo o nível superior, ser mais velho e praticante de atividade física foram associadas ao maior interesse na utilização dos rótulos. A partir dos resultados explicitados nessa revisão integrativa, constata-se que a rotulagem dos alimentos é uma ferramenta de promoção da saúde e potencialmente útil no manejo de como pessoas com doenças crônicas não transmissíveis podem fazer escolhas alimentares mais saudáveis e de acordo com suas limitações. O uso de uma linguagem acessível às diferentes classes sociais é uma medida que necessita ser amplamente adotada, a fim de beneficiar todos os consumidores.

1 March 2022 in Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil
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RCRenata Oliveira Messina Costa
Renata Oliveira Messina Costa
APAna Poblacion
Ana Poblacion
CGCarolina Lourenço Giudice
Carolina Lourenço Giudice
LMLahis Cristina Morais de Moura
Lahis Cristina Morais de Moura
ALAdriany Aparecida Roquini Lima
Adriany Aparecida Roquini Lima
LTLílian Gonçalves Teixeira
Lílian Gonçalves Teixeira
Objectives: to investigate sociodemographic and economic factors associated with food insecurity among pregnant women assisted by the universal healthcare network of Lavras, Minas Gerais. Methods: a cross-sectional study investigated socioeconomic and demographic, obstetric, and nutritional conditions experienced by pregnant women. Households in which pregnant women lived were classified as food secure or food insecure using the Brazilian Food Insecurity Scale. Prevalence estimates and prevalence ratios with 95% confidence intervals were generated to test for associations between food insecurity and several socioeconomic and demographic indicators using Poisson regression analysis. Results: among 173 pregnant women who participated in the study, 48% lived in households with some level of food insecurity. Adjusted models showed that pregnant women living in food-insecure households had higher prevalence ratios of lower education attainment (aPR = 1.43, CI95% = 1.07-1.91), woman being the head of the household (aPR = 1.39, CI95% = 1.02-1.87), having family monthly income lower than 1 ½ MW (aPR = 1.68, CI95% = 1.11-2.52) and participating in the government cash transfer program (aPR = 1.47, CI95% = 1.08-1.99). Conclusions: the high prevalence of food insecurity in pregnant women assisted by the public healthcare system was associated with structural social factors. Results of this study will contribute to develop an intersectoral health and nutrition policy in order to promote food security among marginalized communities and vulnerable populations, such as pregnant women.

1 May 2020 in Avances en Enfermería
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EPELIZA MARA DAS CHAGAS PAIVA
ELIZA MARA DAS CHAGAS PAIVA
CMCamila Mendonça de Moraes
Camila Mendonça de Moraes
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
DLDaniela Braga Lima
Daniela Braga Lima
SFSilvana Maria Coelho Leite Fava
Silvana Maria Coelho Leite Fava
MNMurilo Nascimento
Murilo Nascimento
Objetivo: conhecer a configuração epidemiológica dos atendimentos oncológicos em uma macrorregião de saúde brasileira, localizada no estado de Minas Gerais, entre 2008 e 2017.Materiais e métodos: estudo quantitativo, exploratório, transversal e descritivo, realizado com dados secundários de cinco municípios localizados no estado de Minas Gerais.Resultados: houve 54.206 atendimentos a indivíduos com câncer, com predominância do sexo masculino (53,38 %), faixa etária de 60 a 79 anos (49,95 %), cor branca (79,08 %), ensino fundamental incompleto (48,36 %) e estado conjugal casado (57,34 %). As neoplasias de pele representam a mais frequente localização primária (22,35 %). O estadiamento I do tumor foi o mais observado (20,98 %). As razões mais predominantes para não tratar, depois da opção “não se aplica”, foram doença avançada, falta de condições clínicas ou outras (6,97 %), ao passo que se verificou predomínio de doença estável (31,59 %) no final do primeiro tratamento recebido.Conclusão: os resultados apresentados oferecem subsídios para identificar as prioridades da atenção oncológica e traçam a configuração dos atendimentos a pacientes com câncer, o que direciona o planejamento de intervenções para proporcionar um atendimento de qualidade.

28 October 2024 in Nutrients
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MMMaria Cecília Cougo Mesquita
Maria Cecília Cougo Mesquita
RCRafaela Martins de Castro
Rafaela Martins de Castro
TMTalissa Mendes
Talissa Mendes
MCMariana Araújo Vieira Do Carmo
Mariana Araújo Vieira Do Carmo
ESEliza de Souza Sampaio
Eliza de Souza Sampaio
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
Background/Objectives: Studies have shown a high prevalence of anemia and vitamin D insufficiency in older adults, and the literature suggests a relationship between these two conditions, as vitamin D insufficiency may impair erythrocyte synthesis. Food insecurity refers to the lack of regular access to sufficient and nutritious food, which can directly affect health by worsening conditions such as anemia and vitamin D insufficiency. This study evaluated the association between vitamin D insufficiency and anemia in older adults. Methods: We conducted a cross-sectional study with 430 individuals aged 60 and older, using personal interviews and blood tests for data collection. Anemia was identified with serum hemoglobin levels of <12 g/dL for women and <13 g/dL for men, while vitamin D insufficiency was defined as serum levels <30 ng/mL. We used multiple logistic regression to analyze associations through Stata version 17.0 software. Results: The prevalence of anemia was identified in 14.7% of the sample, and vitamin D insufficiency was observed in 63.5%. We found an association between vitamin D insufficiency and anemia (OR = 2.4; 95% CI = 1.2–4.7). In the final model, factors such as male sex (OR = 2.7; 95% CI = 1.5–4.9) and polypharmacy use (OR = 2.0; 95% CI = 1.0–3.9) were also associated, regardless of age group, food insecurity, and multimorbidity. Conclusions: Vitamin D insufficiency increased the likelihood of anemia among the older adults evaluated, suggesting that prevention and treatment strategies for anemia should consider vitamin D serum levels.