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Trata-se de estudo quali-quantitativo que visa compreender as condições objetivas e subjetivas vivenciadas por docentes universitários brasileiros frente ao trabalho remoto emergencial, durante a pandemia de COVID-19. Dados de 508 respondentes da questão aberta de um websurvey foram analisados em cinco Categorias de Relatos sobre as Condições de Trabalho Remoto (1. Espaço de casa; 2. Da mudança do presencial para o remoto; 3. Sem queixas; 4. Reflexos no adoecimento; 5. Mista). Dados sociodemográficos, do domicílio e das condições de trabalho foram analisados entre as categorias de relatos pelo teste Qui-quadrado de Pearson/Fischer. A maioria dos docentes era do sexo feminino (65%), 40 anos ou mais (77%), casados (65%), com filhos (64%) e moravam com até três pessoas (74%). Os relatos classificados na categoria 2 foram prevalentes (42,9%) e mostraram dificuldades de interação social; aumento da demanda; sentimento de exploração; e falta de apoio institucional. Houve associação com dados sociodemográficos, número de cômodos e moradores, e de algumas condições para o trabalho remoto (p<0,05). As mulheres relataram a frágil divisão entre os diversos papéis que desempenham. Docentes com maior número de moradores no domicílio e os mais velhos tiveram mais dificuldades no momento da mudança do trabalho presencial para o remoto. Relatos sobre adoecimento foram mais frequentes no sexo feminino, entre os que atuam há mais tempo na docência e sem boa conexão de internet. A rotina de trabalho remoto emergencial foi marcada por adaptações, desafios e dilemas, o que demanda políticas de prevenção de agravos e de proteção à saúde do trabalhador docente.
Maria Da Purificação Nazaré Araújo; Rosemary da Rocha Fonseca Barroso; Martha Luísa Machado; Carla De Magalhães Cunha; Valterlinda Alves De Oliveira Queiroz; Poliana Cardoso Martins; Mônica Leila Portela de Santana. Residência é residência, trabalho é trabalho: estudo quali-quantitativo sobre o trabalho remoto de professores universitários durante a pandemia da COVID-19. Research, Society and Development 2021, 10, 1 .
AMA StyleMaria Da Purificação Nazaré Araújo, Rosemary da Rocha Fonseca Barroso, Martha Luísa Machado, Carla De Magalhães Cunha, Valterlinda Alves De Oliveira Queiroz, Poliana Cardoso Martins, Mônica Leila Portela de Santana. Residência é residência, trabalho é trabalho: estudo quali-quantitativo sobre o trabalho remoto de professores universitários durante a pandemia da COVID-19. Research, Society and Development. 2021; 10 (9):1.
Chicago/Turabian StyleMaria Da Purificação Nazaré Araújo; Rosemary da Rocha Fonseca Barroso; Martha Luísa Machado; Carla De Magalhães Cunha; Valterlinda Alves De Oliveira Queiroz; Poliana Cardoso Martins; Mônica Leila Portela de Santana. 2021. "Residência é residência, trabalho é trabalho: estudo quali-quantitativo sobre o trabalho remoto de professores universitários durante a pandemia da COVID-19." Research, Society and Development 10, no. 9: 1.
Estudos sobre padrões alimentares dependem da validade dos métodos, como o questionário de frequência alimentar (QFA), para estimar consumo alimentar de longo prazo, que pode ser superestimado e o método precisa ser validado. Questiona-se se estudos de validação aninhados a estudos com desenho amostral complexo (DAC) deveriam ignorar a dependência dos dados. Este estudo objetiva validar o QFA aplicado a adolescentes escolares e estimar os fatores de calibração em um estudo com amostragem complexa. A validade do QFA é testada frente a registros alimentares (RA) aplicados a 85 adolescentes em um estudo com DAC, com estimação dos fatores de calibração (λ) para energia, nutrientes e grupos alimentares (GA). Coeficiente de correlação intraclasse foi calculado; diferenças médias foram comparadas via modelagem, e foram realizadas análises de concordância. As médias entre os métodos diferiram para energia e nutrientes (p<0,05), mas quatro GA foram similares. Limites de concordância não se mostraram aceitáveis para os nutrientes. Coeficientes de correlação de concordância de fibras, zinco e ácidos graxos, ajustados pela energia, variaram de 0,16 a 0,22 e para os GA variaram de 0,07 a 0,36. Os fatores de atenuação corroboraram as diferenças (λ<0,40). O QFA apresentou validade relativa, sobretudo para os GA e λ aproximou as estimativas do QFA ao RA, sendo relevante quando nutrientes são usados em análises epidemiológicas. O ajuste das análises pelo DAC confirmou que a estrutura de dependência dos dados deve ser considerada, mesmo em estudos de validação, devendo-se evitar tratar tais dados como se fossem oriundos de amostra aleatória simples.
Rosemary da Rocha Fonseca Barroso; Rosana Aquino; Leila Denise Alves Ferreira Amorim. Consumo alimentar de adolescentes: Validação e calibração de um questionário de frequência alimentar em estudo com amostragem complexa. Research, Society and Development 2021, 10, 1 .
AMA StyleRosemary da Rocha Fonseca Barroso, Rosana Aquino, Leila Denise Alves Ferreira Amorim. Consumo alimentar de adolescentes: Validação e calibração de um questionário de frequência alimentar em estudo com amostragem complexa. Research, Society and Development. 2021; 10 (6):1.
Chicago/Turabian StyleRosemary da Rocha Fonseca Barroso; Rosana Aquino; Leila Denise Alves Ferreira Amorim. 2021. "Consumo alimentar de adolescentes: Validação e calibração de um questionário de frequência alimentar em estudo com amostragem complexa." Research, Society and Development 10, no. 6: 1.
This study aims to evaluate food insecurity (FI) among Brazilian Community restaurant food handlers and its associated factors. This cross-sectional study was performed with a representative sample of 471 food handlers working in community restaurants (CR) from all Brazilian regions. Participants are mostly female (62.2%), ≤40 years old (67.7%), with a partner (52.0%), and with up to eight years of education (54.1%). Predictors of participants’ socioeconomic status and CR geographic location are associated with the household food insecurity categories (p < 0.05). The predictors of socioeconomic conditions are associated with mild and moderate/severe FI category. Workers with less education are twice as likely to belong to the category with the highest FI severity. Lower per capita household income increased the chances of belonging to the mild insecurity category by 86%. It more than doubled the chance to be in the category of moderate/severe insecurity. Predictors of health status, lifestyle, and work are not associated with any multinomial outcome categories. However, working in the South, Southeast, or Midwest regions of Brazilian decreased the chances of belonging to one of the FI categories, with significance only for the mild category. Variables that show an association for this population are per capita household income for the different levels of FI and the CR region for mild FI. A high prevalence of FI in this population points to the need for more studies with low-income workers to prevent FI and its health consequences.
Ingrid Fideles; Rita Akutsu; Rosemary Barroso; Jamacy Costa-Souza; Renata Zandonadi; António Raposo; Raquel Botelho. Food Insecurity among Low-Income Food Handlers: A Nationwide Study in Brazilian Community Restaurants. International Journal of Environmental Research and Public Health 2021, 18, 1160 .
AMA StyleIngrid Fideles, Rita Akutsu, Rosemary Barroso, Jamacy Costa-Souza, Renata Zandonadi, António Raposo, Raquel Botelho. Food Insecurity among Low-Income Food Handlers: A Nationwide Study in Brazilian Community Restaurants. International Journal of Environmental Research and Public Health. 2021; 18 (3):1160.
Chicago/Turabian StyleIngrid Fideles; Rita Akutsu; Rosemary Barroso; Jamacy Costa-Souza; Renata Zandonadi; António Raposo; Raquel Botelho. 2021. "Food Insecurity among Low-Income Food Handlers: A Nationwide Study in Brazilian Community Restaurants." International Journal of Environmental Research and Public Health 18, no. 3: 1160.