Francisco A. Ferreira

Prof. Francisco A. Ferreira

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28Years (1999-Present)

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1 June 2008 in Advances in Weed Science
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LFL.E. Firmino
L.E. Firmino
LSL.D. Tuffi Santos
L.D. Tuffi Santos
FFFrancisco A. Ferreira
Francisco A. Ferreira
LFL.R. Ferreira
L.R. Ferreira
RTR.A.S. Tiburcio
R.A.S. Tiburcio
O conhecimento do comportamento de herbicidas no ambiente, sobretudo no solo, permite a predição de possíveis impactos do seu uso em sistemas agrícolas. Com o intuito de avaliar a sorção do herbicida imazapyr no solo, foi realizado um experimento, utilizando sorgo (Sorghum bicolor) como planta bioindicadora. A sorção do imazapyr foi avaliada em areia lavada e em três solos, com as seguintes texturas: muito argilosa, franco-argilo-arenosa e areia-franca, provenientes, respectivamente, das cidades de Sete Lagoas, João Pinheiro e Rio Casca, em Minas Gerais. Foram determinados: o valor de I50 (dose que inibiu 50% no acúmulo de massa seca da planta-teste) e a relação de sorção [RS = (I50 solo -I 50 areia)/I50 areia]. Os valores de I50 observados foram: 29,41; 10,20 e 7,33 mg kg-1, e a relação de sorção (RS): 9,77; 2,73 e 1,68, respectivamente para os solos muito argiloso, franco-argilo-arenoso e areia franca. O herbicida imazapyr apresentou a seguinte ordem de sorção nos substratos: muito argiloso > franco-argilo-arenoso > areia-franca > areia lavada. Em solos arenosos e com baixos teores de matéria orgânica, a baixa sorção do imazapyr predispõe o produto à lixiviação no perfil do solo, podendo contaminar mananciais de águas subterrâneas.

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FFFrancisco A. Ferreira
Francisco A. Ferreira
Catarina C. SantosCatarina C. Santos
Catarina C. Santos
APAntonio Palmeira
Antonio Palmeira
Ricardo FernandesRicardo Fernandes
Ricardo Fernandes
ACAldo M. Costa
Aldo M. Costa
Background/Objectives: Swimming is a popular and cost-effective way to prevent sedentary behavior and improve physical conditioning and health during early adolescence. However, information on its impact and benefits on daily life activities is lacking. This systematic review aims to summarize the chronic effects of swimming on physical conditioning and physical health outcomes in early adolescents. Methods: The PRISMA 2020 guidelines were followed and PubMed, Scopus, Web of Science, and International Symposium of Biomechanics and Medicine in Swimming proceedings databases were searched. Eligibility criteria were defined on the PICOS framework (healthy adolescents in early puberty, swimming programmes or training, passive or active control groups, general effects on physical conditioning or health, longitudinal) and risk of bias was assessed using RoBANS 2. Results: From 2365 records, 20 non-randomized studies met the defined criteria. High heterogeneity in sample size and intervention was observed. While studies related to physical conditioning (n = 5) focused on physiological variables and muscular function, the evidence regarding physical health outcomes (n = 15) explored bone accrual, haemodynamics, body composition, musculoskeletal system, and lung growth. High overall risk of bias (70%) was observed due to strict criteria. Conclusions: Swimming exercise seems to improve cardiorespiratory fitness, cardiac output, haemodynamics, heart growth, motor performance, and body composition of early adolescents. Despite clear evidence that exists on these chronic effects, research on bone health, postural deficit, motor skills, and sleep quality is still missing.

1 December 2010 in Advances in Weed Science
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CMC.A.D Melo
C.A.D Melo
WMW.N Medeiros
W.N Medeiros
LSL.D Tuffi Santos
L.D Tuffi Santos
FFFrancisco A. Ferreira
Francisco A. Ferreira
GFG.L Ferreira
G.L Ferreira
MRM.R Reis
M.R Reis
As características físicas e químicas do solo, além das condições climáticas, influenciam o comportamento de herbicidas aplicados em pré-emergência das plantas daninhas. Dessa forma, objetivou-se avaliar o efeito residual de sulfentrazone, isoxaflutole e oxyfluorfen em três solos. O ensaio foi conduzido em ambiente protegido e o delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições. Os tratamentos, para cada solo, foram dispostos em esquema fatorial 3 x 5, sendo três herbicidas e cinco épocas de semeadura após aplicação dos produtos. Os herbicidas sulfentrazone, oxyfluorfen e isoxaflutole foram aplicados nas doses de 0,5, 0,72 e 0,113 kg ha-1, respectivamente, sobre potes plásticos de 250 mL previamente preenchidos com os dois solos de textura argilosa e um de textura franco-arenosa. Posteriormente, procedeu-se à semeadura da espécie bioindicadora Sorghum bicolor de forma escalonada, aos 0, 15, 30, 45 e 60 dias após a aplicação (DAA). Uma testemunha sem herbicida foi semeada nas diferentes épocas para cada solo e usada como comparação nas avaliações. Aos 21 dias após a semeadura em cada época, realizaram-se avaliações de intoxicação e crescimento das plantas através da massa seca da parte aérea. As plantas de sorgo, no solo argiloso com 9,0 dag kg-1 de matéria orgânica (MO) submetido à aplicação de isoxaflutole, sulfentrazone e oxyfluorfen, produziram massa seca da parte aérea igual a 34, 20 e 40%, respectivamente, aos 60 DAA, em relação às plantas crescidas nesse solo sem aplicação do herbicida. No solo franco-arenoso, observou-se elevado efeito residual dos herbicidas sulfentrazone e oxyfluorfen e diminuição do efeito residual do isoxaflutole ao longo do tempo, com 80, 90 e 40% de controle aos 60 DAA, respectivamente. No solo argiloso com 4,4 dag kg-1 de MO, verificou-se que o herbicida isoxaflutole perdeu a eficácia de controle ao longo do tempo, diferentemente do oxyfluorfen, que apresentou controle praticamente constante em todas as épocas avaliadas, e do sulfentrazone, que mostrou elevado efeito residual ao longo do período avaliado. As características inerentes a cada herbicida, bem como as diferenças nos teores de matéria orgânica e de textura entre os solos, influenciam na persistência do sulfentrazone, isoxaflutole e oxyfluorfen no solo. Maior efeito residual de oxyfluorfen foi observado no solo franco-arenoso e de isoxaflutole no solo argiloso com alto teor de matéria orgânica. Já o sulfentrazone apresentou elevado efeito residual nos três solos estudados.

1 December 2011 in Advances in Weed Science
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GCGermani Concenco
Germani Concenco
IAIgnacio Aspiazu
Ignacio Aspiazu
LGLeandro Galon
Leandro Galon
EFE.A Ferreira
E.A Ferreira
MFM.A.M Freitas
M.A.M Freitas
ASAntonio Alberto da Silva
Antonio Alberto da Silva

17 May 2024 in Applied Sciences
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Ricardo CardosoRicardo Cardoso
Ricardo Cardoso
Manoel J. RiosManoel J. Rios
Manoel J. Rios
FCFilipa Cardoso
Filipa Cardoso
PFPedro Fonseca
Pedro Fonseca
FFFrancisco A. Ferreira
Francisco A. Ferreira
Ricardo FernandesRicardo Fernandes
Ricardo Fernandes
In this study, we quantified relevant biophysical characteristics of two elite rowers across a wide range of intensities. Two <40-year-old male and female Olympic and World Championship finalists performed a 7 × 3 min protocol plus 1 min maximal effort on a rowing ergometer. The intensity increase resulted in maximum values of 79.4 ± 2.4 and 69.7 ± 1.5 mL/min/kg for oxygen uptake, 179.3 ± 5.7 and 152.5 ± 2.9 L/min for ventilation, 170 ± 1 and 173 ± 0 bpm for heart rate, 10.6 and 15.8 mmol/L for blood lactate concentration, and 38.1 ± 0.03 and 38.8 ± 0.03 °C for core temperature for the male and female rowers. The percentage of power corresponding to a previously conducted maximum 2000 m rowing ergometer test and the work at each step increased from 49 to 127 and 42 to 103% and from 226.8 to 398.9 J and 174.0 to 250.0 J, from low to extreme intensities, for the male and female. Concurrently, there was a decrease in cycle length and propulsive time, followed by an increase in maximal handle drive velocity, with the rise in rowing intensity. These world-class rowers seem capable of maintaining physiological and technical profiles (and a remarkable capacity to generate substantial power) at this phase of their careers possibly due to long-term engagement in elite-level training. Biophysical data provide valuable referential information for guiding rowers to improve their performance.

1 August 1999 in Advances in Weed Science
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MOMaurílio F. de Oliveira
Maurílio F. de Oliveira
ASAntonio Alberto da Silva
Antonio Alberto da Silva
FFFrancisco A. Ferreira
Francisco A. Ferreira
HRHugo A. Ruiz
Hugo A. Ruiz
Avaliou-se, em condições de casa-devegetação, a mobilidade dos herbicidas flumioxazin e metribuzin nos solos PVc e LVm (coletados em duas regiões diferentes de agricultura no estado de Minas Gerais), em duas condições de umidade (solo seco e úmido). Após aplicação do flumioxazin (60 g/ha) e do metribuzin (384 g/ha) foi feita a simulação de duas lâminas de chuva (45 e 90 mm) sobre colunas contendo os solos nas duas condições. O flumioxazin, aplicado no solo PVc, não foi lixiviado além dos 5 cm superficiais da coluna; no solo LVm, atingiu os 10 cm superficiais. O metribuzin apresentou maior mobilidade que o flumioxazin em ambos os solos e condições, chegando atingir uma profundidade de 20 cm no solo PVc úmido e 45 cm no solo LVm seco.